quarta-feira, 26 de julho de 2023
segunda-feira, 19 de junho de 2023
Filme: Idiocracia
Sinopse: "Conheça Joe Bowers. Ele não é de modo algum o cara mais brilhante do pedaço. Mas quando uma experiência governamental com hibernação cai no esquecimento, Bowers acorda no ano 2505 e encontra uma sociedade tão emburrecida pelo comercialismo de massa e pela alienante programação de TV que ele acaba sendo o cara mais inteligente do planeta! Agora, cabe a um cara para lá de mediano colocar a evolução da raça humana de volta nos trilhos!"
Ficha Técnica:
Título Original - Idiocracy;
Ano - 2006;
Censura - 16 anos;
País - Estados Unidos da América - EUA;
Distribuidora - 20th Century Fox Brazil;
Produtora - 20th Century Fox.
Acesse o Link abaixo para assistir online:
Opção: 03
Opção: 04
Opção: 05
Idiocracia, o domínio da estupidez
O conceito foi popularizado pela comédia Idiocracy, que mostra a humanidade totalmente emburrecida.

Cartaz da comédia distópica Idiocracy: a realidade vai superar a ficção de 2006 ? | Imagem: 20th Century Fox
A origem da palavra idiocracia é grega: idiotes (idiotas) + cratos (poder) = poder dos idiotas. No início, idiotes significava homens privados, afastados da vida pública da Grécia Antiga. Com o tempo, passou a designar pessoas ignorantes.
O filme americano Idiocracy, de 2006, de Mike Judge, um fracasso comercial que se tornou um filme cult, popularizou a expressão. Seus autores dizem que fizeram uma comédia que virou documentário.
O filme conta as aventuras do bibliotecário do Exército Joe Bauers (Luke Wilson), que hiberna por 500 anos junto com a prostituta Rita (Maya Rudolph).
Quando os dois despertam em 2.505, o mundo está tão idiotizado e tão comercial que Joe Bauers se torna o homem mais inteligente do mundo.
Nos Estados Unidos, a palavra idiocracia tem sido aplicada tanto a Donald Trump quanto a uma cultura que valoriza mais as Kardashians do que caráter.
No Brasil, a expressão teve um pico de popularidade em junho de 2019, quando o jornal francês Le Monde afirmou que o país corria o risco de uma idiocracia no governo Bolsonaro.
Em 2015, a banda LiMBO, de São Paulo, já tinha explorado a expressão, dizendo que a idiocracia "é a novela da nação", na música chamada... adivinhe... Idiocracia.
#DonaldTrump #Filmes #GovernoBolsonaro #Idiocracia #Música #Política
Fonte: Circuito D
Documentário: "A intolerância contra as religiões de matrizes africanas no Brasil" ONU Brasil
Em comemoração à Década Internacional de Afrodescendentes, documentário
produzido pelo Centro de Informação da ONU para o Brasil (UNIC Rio)
aborda as causas da intolerância religiosa e a riqueza da cultura
afrodescendente no país.
s religiões de matrizes africanas são parte da diversidade religiosa
do Brasil. Entre algumas dessas manifestações, que têm como referência a
cultura trazida pelos africanos durante mais de 300 anos de escravidão,
estão catimbó, cabula e principalmente umbanda e candomblé, que se
propagaram com mais intensidade pelo Brasil.
Desde sua chegada ao Brasil, os praticantes de religiões de matrizes
africanas foram alvo de perseguições por manifestarem a sua fé. Mas
ainda hoje, em 2015, os episódios de intolerância religiosa fazem parte
do cotidiano. No contexto da Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024), a ONU destaca essas manifestações brasileiras e de forte ligação com a África.
“Eu costumo dizer que a África e o Brasil se casaram e tiveram dois
filhos: candomblé e umbanda. O candomblé é uma religião de matriz
africana, a sua origem está na África, sobretudo no sudoeste da África. É
uma religião brasileira e que se constituiu não só com essa matriz, mas
com o sincretismo a partir da relação com o cristianismo, com cultos e
vivências indígenas. A umbanda tem outra forma de sincretizar além dessa
construção africanista porque promove outras relações com o misticismo,
valores ciganos, kardecistas e hinduístas”, explicou, em entrevista
exclusiva ao Centro de Informação da ONU para o Brasil (UNIC Rio), o
babalorixá Márcio de Jagun, ressaltando que, para os detratores, tanto
os candomblecistas quanto os umbandistas são chamados de “macumbeiros”.
Apesar da influência africana desde o século XVI, o candomblé e a
umbanda se consolidaram na sociedade brasileira nos últimos 200 anos,
principalmente no início do século XX, quando o público pôde ter
conhecimento das práticas a partir, por exemplo, das pesquisas de Pierre
Verger, etnólogo francês e babalawo, que dedicou a maior parte de sua
vida ao estudo da diáspora africana e ao comércio de escravos.
Essas práticas religiosas de matrizes africanas também fazem
referência à comida, à música, aos tecidos e aos costumes não apenas dos
escravos, mas dos colonizadores. Como exemplo deste sincretismo estão a
indumentária e as louças que foram acrescentadas ao culto, como
referência aos costumes portugueses.
“Após a Abolição da Escravatura e a Proclamação da República, vimos um
movimento eugenista crescer no Brasil. A ideia era embranquecer o país,
dar identidade europeia. Então, toda essa cultura afro foi
criminalizada: o samba, a capoeira, a prática religiosa… Tudo era
estigmatizado”, destaca, em entrevista ao UNIC Rio, o babalawo Ivanir
dos Santos, acrescentando que a África está muito presente no seio da
história e da construção da religiosidade, mas isso não recebe a
importância que deveria.
Desafios para mensurar os praticantes
De acordo com o último censo, de 2010, menos de 1% da população
brasileira pratica as religiões de matrizes africanas. Mas esse universo
não condiz com a realidade, já que ele não expressa a quantidade de
pessoas que, juntamente com outras religiões, frequentam os cultos de
matriz afro. O documento do IBGE informa que há cerca de 407 mil
praticantes da umbanda, 167 mil do candomblé e cerca de 14 mil de outras
religiões de matrizes africanas.
“O ultimo censo mostrou a diversificação do campo religioso. O
catolicismo, religião hegemônica, vem decrescendo, o que vem abrindo
espaço para o crescimento dos neo-pentecostais. Já os afro-religiosos,
representam menos de 1%. O que vários especialistas têm dito, e eu
concordo, é que esse número está subestimado. Há que se fazer uma
pesquisa mais cuidadosa de maneira a saber como isso pode ser perguntado
para chegarmos mais perto da religiosidade brasileira. Antigamente,
sabemos que em muitos terreiros, vários cultos eram realizados na igreja
católica. Desta forma, deveria ser aceitável na declaração que a pessoa
se identificasse com mais de uma religião”, diz a antropóloga Sonia
Giacomini.
Ciente da demanda para estudar e divulgar o trabalho desenvolvido nas
casas, uma pesquisa coordenada por Giacomin e desenvolvida pelo Núcleo
Interdisciplinar de Reflexão e Memória Afrodescendente da PUC-Rio mapeou
847 terreiros do Rio de Janeiro. O resultado foi divulgado no livro
“Presença do Axé: Mapeando terreiros no Rio de Janeiro”, que revelou
também o mapa da intolerância religiosa.
“Grande parte das perguntas do estudo, que também foi desenvolvido
pela pesquisadora Denise Pini, era sobre o funcionamento da casa. Além
dessas questões, o conselho religioso resolveu que teria que ter uma
outra bem importante: se a casa tinha sofrido algum episódio de
discriminação. Como as respostas foram muito minuciosas, pudemos
identificar quem eram os agressores, quem eram as vítimas e, desta
forma, um mapa da intolerância.”
Acirramento da Intolerância Religiosa
Em junho, uma menina de 11 anos, praticante do candomblé, levou uma
pedrada na cabeça, após saída do culto na Vila da Penha, Rio de Janeiro.
A família registrou a ocorrência como lesão corporal e prática de
discriminação religiosa.
Márcio, que é membro da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa
do Rio de Janeiro (CCIR-RJ), diz que não é concebível que alguns
religiosos incitem a violência e que seus superiores sejam alheios a
essa discussão. Eles precisam ser responsabilizados. O parágrafo VI do
artigo 5º da Constituição brasileira diz que é inviolável a liberdade de
consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos
religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e
a suas liturgias. A Lei Caó (Lei 7.716/89) considera crime a
intolerância religiosa.
De acordo com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, foram
registradas 39 queixas pelo Disque 100 apenas em 2013, o que deu ao
estado do Rio o título de maior detentor das denúncias em todo o Brasil,
mas o registro ainda é muito precário.
Márcio conta que a Secretária Nacional de Direitos Humanos
contabilizou, até hoje, 500 casos de intolerância religiosa em toda a
sua história. Esse número não condiz com o cenário atual,
principalmente, porque muitos dos casos que deveriam ser registrados
como intolerância religiosa são catalogados como briga de vizinho,
injúria ou calúnia.
A intolerância religiosa está na história do Brasil desde a chegada
dos portugueses, já que, nas primeiras missões, havia a clara intenção
de converter os índios e os escravos ao catolicismo. Ao longo dos
séculos, essa ideia parece ter sido perpetuada.
“As igrejas neo-pentecostais têm disputado espaço com os barracões,
têm desejado ocupar o nosso espaço. Muitas vezes, elas se preocupam em
comprar os nossos terreiros e, nos mesmos espaços, abrir os templos”,
afirma Márcio, que também é presidente da Associação Nacional de Mídia
Afro.
As igrejas neo-pentecostais congregam denominações oriundas do
pentecostalismo clássico ou mesmo das igrejas cristãs tradicionais (como
as batistas e metodistas). Elas surgiram aproximadamente 60 anos após o
movimento pentecostal do início do século XX, em 1906.
Para Ivanir, existe uma disputa de mercado pelos fiéis, que cria uma
demonização para que os praticantes de religiões afro se sintam
envergonhados, o que se apresenta como um risco para a sociedade, não só
para liberdade religiosa, mas para liberdade politica.
terça-feira, 2 de maio de 2023
"Maio de 68 | Mudanças comportamentais e avanços dos direitos humanos"
Fonte: Jornalismo TV Cultura - O movimento de maio de 1968 em Paris ultrapassou os limites da França, provocando mudanças de comportamento e avanços dos direitos humanos ao redor do mundo. Cinquenta anos depois, o que se consolidou e o que retrocedeu na sociedade? É o que vamos ver na quarta reportagem da série "Maio de 68", com Rodrigo Piscitelli.
segunda-feira, 1 de maio de 2023
Reflexão sobre a participação da Juventude na Sociedade e a relação com a Política (Maio de 1968 e Junho de 2013)
Vinheta Revolução jovem e liberdade política colocada no ar pelo blog da MTV Pública e na emissora MTV Brasil em 2008!
quinta-feira, 30 de março de 2023
terça-feira, 28 de março de 2023
segunda-feira, 27 de março de 2023
"Paul McCartney - Pipes of Peace (Legendas em Português)"
"Esta linda música é baseada no natal de 1914 quando, durante a Primeira Guerra Mundial, alemães saíram de suas trincheiras e, juntamente com os aliados, acertaram uma trégua não oficial nos dias 25 e 26 de dezembro de 1914." Sylvio Bazote
segunda-feira, 6 de março de 2023
Série Especial "CANGAÇO" - Canais "Fatos Desconhecidos" e "O Cangaço na Literatura"
Lampião, o rei do cangaço - CANGAÇO 1/4
É claro que você sabe quem é Lampião! Com certeza já deve ter visto algum filme inspirado nesse personagem histórico; lido alguma história sobre ele; ouvido alguma música, como aquela de Zé Ramalho e Amelinha: “Virgulino Ferreira, o Lampião, bandoleiro das selvas nordestinas, sem temer a perigo nem ruínas, foi o rei do cangaço no sertão…”; ou até mesmo visto algum desenho e gravura reproduzindo o seu visual tão marcante: chapéu de couro, óculos e muitas jóias. Mas você sabe como Virgulino se tornou Lampião? E como o cangaceiro passou a ser um dos muitos símbolos da cultura nordestina? Conhece os lugares por onde ele passou? Isso tudo você vai saber aqui assistindo esse vídeo!
Maria Bonita e a mulher no cangaço - CANGAÇO 2/4
Conhecida como a rainha do cangaço e como Maria Bonita, Maria de Déa se tornou símbolo de luta pela liberdade feminina. Sua imagem foi representada incansavelmente na arte popular e até mesmo na indústria da alta costura. O estilo de se vestir de Maria Bonita e de outras cangaceiras foi inspiração para a estilista Zuzu Angel, que lançou sua coleção em 1970, no circuito de moda de luxo em Nova York, quando as cartucheiras de couro, os chapéus de feltro e os vestidos acinturados foram admirados como uma estética exótica. Não temos dúvida de que ela se tornou uma figura famosa. Mas você sabe quem foi essa mulher antes de ser conhecida como Maria Bonita? Você sabe como era a vida de uma cangaceira? Aqui vamos responder a essas perguntas e a muitas outras.
As vinganças de Zé Baiano - CANGAÇO 3/4
A vida de Zé Baiano chama a atenção por suas histórias de vingança. Ele ficou conhecido por ferir mulheres no rosto com um ferro para gado e por ter assassinado sua esposa, a cangaceira Lídia. Zé Baiano veio de uma família de cangaceiros e fez parte do bando de Lampião como um dos seus homens de confiança. Entretanto, poucas obras foram produzidas sobre sua história. Em 2020 foi publicada sua biografia por Robério Santos do canal O Cangaço na Literatura que se dedicou a pesquisar sobre a vida do cangaceiro. Zé Baiano ficou marcado pela fama de ferrador, mas a sua trajetória revela muitas características do cangaço. É sobre isso que nós vamos falar nesse vídeo!
Corisco e Dadá - O fim do cangaço - CANGAÇO 4/4
Corisco é mais um dos personagens emblemáticos do cangaço. Assim como Lampião e Maria Bonita, a sua história também inspirou muitos filmes, cordéis, gravuras e músicas. Sua esposa, a ex-cangaceira Dadá, viveu até o ano de 1994, deixando entrevistas e depoimentos sobre a vida dos dois. Corisco ficou imortalizado na memória popular por sua resistência ao fim do cangaço. Você já deve ter ouvido com a voz de Sérgio Ricardo ou de Nara Leão os versos: “Se entrega Corisco. Eu não me entrego não. Eu não sou passarinho pra viver lá na prisão”. Sabemos que a sua morte se tornou um marco do fim desse tipo de banditismo sertanejo. Mas nesse vídeo, você vai saber também quem foi Corisco e quais são as origens do cangaço.
Fonte: Fatos Desconhecidos
terça-feira, 28 de fevereiro de 2023
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
Documentário: "Memória do Cangaço" (Paulo Gil Soares)
"Mostra as origens do Cangaço, movimento armado de bandoleiros no Nordeste entre 1935 e 1939, com entrevistas de alguns sobreviventes da luta, policiais e cangaceiros. Entremeados com os depoimentos, sequências autênticas de filmes realizados em 1936 por Benjamim Abrahão, um mascate árabe (sírio) que conseguiu filmar o famoso bando de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião."
Gênero: Documentário.
Diretor: Paulo Gil Soares.
Elenco: Benicio Alves dos Santos, Cabo Antônio Isidoro, Cabo Benevides, Cabo Leonício Pereira, Estácio de Lima, Gregório, í'ngelo Roque, José Rufino, Paulo Gil Soares, Sérgia Ribeiro da Silva.
Duração: 29 minutos. Ano: 1964. Formato: 35mm.
País: Brasil. Local de Produção: Rio de Janeiro. Cor: P&B.
"Até o sol raiá"
ATÉ O SOL RAIÁ é um conto de fantasia e de celebração ao imaginário
nordestino. Personagens de barro criados por um artesão ganham vida
própria e agitam uma pacata vila sertaneja numa noite de festa. Animado
em 3D, o curta-metragem funde a tradição do artesanato em barro com o
cangaço, numa referência a dois ícones da cultura do Nordeste.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023
"Revolução Industrial - Banda Pré-Histórica"
Fonte: Letra e música de Christian David Machado
Antes eu vivia no campo na tranquilidade
As coisas mudaram e eu vim para a cidade
A indústria era movida a vapor
Sempre pelo sangue e suor do trabalhador
Minério de ferro carvão mineral
Mão-de-obra e capital
Revolução industrial
O pioneirismo foi da Inglaterra
Mas a revolução se espalhou
Modificando toda a sociedade
Fazendo do lucro uma prioridade
Capitalistas e proletário
Um com ganhos o outro salário
Revolução industrial
Canal Oficial: Banda Pré-Histórica
segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
Documento Curricular Referencial do Ceará - DCRC e a BNCC
A Base
O Que é a Base Nacional Comum Curricular - BNCC?
O Que é a Base Nacional Comum Curricular - BNCC?
BNCC em planilha
Selecione os dados desejados e edite sua planilha
- Textos introdutórios (geral, por etapa e por área);
- Competências gerais que os alunos devem desenvolver ao longo de todas as etapas da Educação Básica;
- Competências específicas de cada área do conhecimento e dos componentes curriculares;
- Direitos de Aprendizagem ou Habilidades relativas a diversos objetos de conhecimento (conteúdos, conceitos e processos) que os alunos devem desenvolver em cada etapa da Educação Básica — da Educação Infantil ao Ensino Médio.
A Base Nacional Comum Curricular é um documento normativo que
define o conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem
desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica.
Seu principal objetivo é ser a
balizadora da qualidade da educação no País por meio do estabelecimento
de um patamar de aprendizagem e desenvolvimento a que todos os alunos
têm direito!
A Base deverá nortear a formulação dos currículos dos sistemas e
das redes escolares de todo o Brasil, indicando as competências e
habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo
da escolaridade.
O Conselho Nacional de Educação (CNE) realizou audiências
públicas, em 2017, para a discussão sobre o documento para as etapas da
Educação Infantil e do Ensino Fundamental e, em 2018, para a discussão
sobre o documento para a etapa do Ensino Médio. Além disso, o CNE
coletou contribuições públicas enviadas por pessoas e instituições de
todo o País, contendo sugestões de aprimoramento do texto da Base. Todas
as contribuições recebidas foram analisadas e geraram alterações no
documento!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2022
quinta-feira, 8 de dezembro de 2022
Ilustrações geniais de Steve Cutts
10 ilustrações capazes de nos alarmar com o atual rumo da sociedade, que vem cada vez mais cultivando hábitos pouco saudáveis e destrutivos ao planeta. Mais no site de Steve Cutts. O facebook de Steve Cutts
1. O verdadeiro Papai Noel
"Por trás dos comerciais bonitinhos do Natal, existe uma triste realidade."
2. A correria “normal” e “humana” do dia a dia
"Uma imagem sobre aqueles que vivem (ou sobrevivem) correndo."
3. Alimentos “fortes e saudáveis”
"Uma imagem que nos faz refletir sobre a qualidade dos alimentos que estamos consumindo."
4. Você pensa sobre o que você assiste na TV?
"Você costuma criticar e questionar o que vê nos programas e jornais da TV? Se não, deveria começar."
5. Os zumbis dos smartphones
"Aquele momento em que a tecnologia aproxima quem está longe, e distancia quem está perto. Você é viciado em celular?"
6. O capitalismo como ele é
"O ciclo permanece: o mais forte explorando o mais fraco."
7. A busca (perigosa) pela “felicidade”
"Às vezes devemos parar para pensar que não vale a pena perder a saúde e a vida por dinheiro."
8. Vale tudo por dinheiro?
"Quanto mais se produz, mais se compra, mais se consome e mais lixo e destruição se faz."
9. Aquela hora em que se percebe que, quando não houver mais água e comida, não vamos poder comer dinheiro
"Vale a pensa acabar com o meio-ambiente em troca de dinheiro?"
10. A lei da oferta e demanda
"Se tem gente comprando muito, sempre terá gente produzindo muito."
sexta-feira, 11 de novembro de 2022
"O que é Feudalismo - Conceitos históricos" Leitura ObrigaHISTÓRIA
Fonte: Leitura ObrigaHistória
No vídeo de hoje vamos discutir o conceito de Feudalismo, e sobre o motivo de ele ser tão controverso entre os historiadores.
Bibliografia:
BOBBIO, N.; MATTEUCCI, N.; PASQUINO, G. (org). Dicionário de política.
LE GOFF, J. SCHMITT, J.C. (org). Dicionário temático do ocidente medieval.
LOYN, H.R. Dicionário da Idade Média.
SILVA, Kalina V., SILVA, Maciel. H. Dicionário de conceitos históricos.
BLOCH, Marc: A sociedade feudal
DUBY, George: As três ordens ou o imaginário do Feudalismo
LINKS DOS VÍDEOS CITADOS:
Anacronismo:
https://www.youtube.com/watch?v=WjUOC...
Dicionário temático do ocidente medieval:
https://www.youtube.com/watch?v=s-May...
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quarta-feira, 2 de novembro de 2022
terça-feira, 1 de novembro de 2022
Mapa Mental - Ditadura Militar I (História Digital)
Este mapa mental sobre a Ditadura Militar
não cobre todo o período (1964-1985). Ele se limita a abordar o início
do regime, em 1964, até o fim do governo do presidente Emílio Garrastazu
Médici, em 1974. Não trata os governos
Geisel e Figueiredo.
Pós-Ditadura
Este mapa mental sobre a Nova República
trata de quatro presidentes que governaram o Brasil após a abertura
política e consequente fim da Ditadura Militar, em 1985. Os governos
Sarney, Collor, Itamar e FHC são esmiuçados social, política e
economicamente.
"Revolução Cubana" - Mapa Mental
Fonte: Canal do Ensino
Assim como os
mexicanos que lutaram contra o governo autoritário de Porfírio Diaz na
Revolução Mexicana, a Revolução Cubana também foi uma importante
revolução social do século XX. No caso cubano, foi uma luta contra a
ditadura de Fulgêncio Batista e o imperialismo estadunidense em Cuba.
Alguns
historiadores costumam utilizar a denominação Revoluções Cubanas (ao
invés do singular Revolução Cubana) por considerar se tratarem de duas
revoluções: a primeira, ocorrida em 1956, liderada por Fidel e Che, teve
um forte caráter nacionalista; já a de 1961 foi marcadamente
socialista.
Quer saber como ocorreram essas revoluções? Dá uma olhada no resumo aqui embaixo! 🙂
Contexto
Para entender
o que foi a Revolução Cubana, é necessário atentar para o contexto de
Cuba durante a primeira metade do século XX. Após se tornar independente
do domínio espanhol, Cuba acabou ficando sob forte influência dos
Estados Unidos, que interferia nos seus assuntos internos a partir da
chamada Emenda Platt.
Além da forte
influência norte-americana, os cubanos tinham outro grande problema: a
ditadura de Fulgêncio Batista. Durante o período ditatorial, Batista
empreendeu uma política de atrelamento aos Estados Unidos e uma forte
repressão aos opositores do governo.
A revolução de 1956
O início da
Revolução Cubana será marcado pela organização de um grupo guerrilheiro,
liderado pelo advogado Fidel Castro, contra o governo ditatorial de
Fulgêncio Batista. Esse grupo guerrilheiro desembarcou em Cuba em 1956,
quando foram atacados de surpresa por soldados de Batista e fugiram para
Sierra Maestra.
Nomes como
Ernesto Che Guevara e Raul Castro, juntamente com outros sobreviventes
do ataque, iniciaram uma guerra de guerrilhas contra a ditadura cubana.
No início de 1959, o movimento de Fidel Castro tomou o poder em Havana e
Fulgêncio Batista fugiu para Miami.
QUER SABER MAIS SOBRE A REVOLUÇÃO CUBANA? DÊ UMA OLHADA EM NOSSO RESUMO E SE PREPARE PARA ARRASAR NA SUA PROVA!
Fonte: Descomplica
quinta-feira, 27 de outubro de 2022
terça-feira, 25 de outubro de 2022
Descomplica: "Mapa Mental - Eixo Temático - Cultura Nacional"
Primeiramente, vamos relembrar o conceito de cultura? Cultura, segundo o dicionário Michaelis, é um “Sistema de ideias, conhecimentos, técnicas e artefatos, de padrões de comportamento e atitudes que caracteriza uma determinada sociedade.” (Link de referência). Você pode ter acesso a uma definição um pouco mais ampla aqui e aqui.
Nós, brasileiros, somos parte de um enorme grupo que compartilha uma determinada cultura e, dentro desse grupo, há outros grupos, menores, que compartilham outras culturas. Ou seja, há certas características comuns a todos os brasileiros, porém, cada povo dentro do Brasil compartilha outras características particulares. Descomplicando isso tudo, o que se quer dizer é que paulistas, baianos, cearenses, gaúchos, cariocas, todos nós somos brasileiros e compartilhamos costumes e valores comuns como, por exemplo, a nossa receptividade.
No entanto, há características particulares dentro de cada um desses grupos. Por exemplo: o funk, apesar de ser escutado e dançado em muitas partes do país, é uma particularidade dos imaginários culturais do Rio de Janeiro e de São Paulo. Ainda assim, o mesmo funk, por vezes, tem características diferentes em cada um desses estados. Indo direto ao ponto: o Brasil, como o grande país que é, tem uma diversidade cultural tão extensa quanto seu tamanho.
É importante, ou melhor, é imprescindível sabermos a razão dessa diversidade toda. A razão está na formação da nossa cultura, que se divide em quatro momentos. São eles: o período da colonização, o período da independência política do Brasil para com a sua metrópole, o período da república e o período que vivemos atualmente, o da globalização.
sexta-feira, 7 de outubro de 2022
"Pandemias: como as doenças mudaram a História" - Nas Tramas de Clio
Publicado por Caroline Dähne em
Em tempos de expansão do vírus Covid-19, muita gente tem se
perguntando como passamos por outras pandemias em diferentes períodos
históricos. Assim, atualmente não se fala em outra coisa, e a cada dia
novos textos vem surgindo explicando sobre a doença e muitas outras.
Sabemos que o tema vem sido discutido exaustivamente, então nossa
ideia de abordagem vem a partir de questionamentos que nossos alunos tem
nos feito. Trazendo também dicas de como abordar alguns desses temas em
sala de aula.

Pandemias e a História
A relação entre as doenças e os rumos da História mundial são
constantemente debatidos academicamente, mas, com exceção de algumas
epidemias específicas, o tema não é muito trabalhado em sala de aula.
Qual seria então a importância de perceber a relação entre as doenças e a História?
A doutora em medicina Rita de Cássia Barradas Barata em um artigo
publicado na revista caderno de Saúde Pública, explica que quando vamos
analisar uma epidemia é importante entender o seu contexto. Segundo ela,
os surtos epidêmicos sempre estiveram presentes na história humana, mas
eles se intensificam em alguns momentos específicos. Um exemplo da
relação entre as pandemias e o contexto citado por ela, é o surgimento
de mais doenças no final do século XIX e XX em decorrência da expansão
imperialista das potências europeias e dos EUA.
Nesse sentido, isso ocorre, principalmente, em tempo de crises
sociais ou mudanças nos modos de produção de determinada sociedade. Ainda segundo a autora, existem dois importantes vieses para analisar
uma epidemia do ponto de vista histórico: o conhecimento que
determinada sociedade tinha sobre o fenômeno e as formas que o Estado
atuou nesse período.
Ao longo da História
A forma como uma sociedade reage em tempos de pandemias reflete muito
sobre ela. Uma das principais diferenças nessas reações está
relacionada com o conhecimento médico.
O médico Stefan Cunha Ujuari, mestre em doenças infecciosas pela
Unifesp e autor do livro “A História da Humanidade contada pelo vírus”,
aponta que antes do desenvolvimento da medicina microbiana no século
XIX, a falta de conhecimento científico fazia com que as pessoas
acreditassem que a sua causa estava ligada à castigos divinos, bruxarias
ou ações demoníacas.
Além da relação com a superstição, o autor também salienta a relação
da doença com o contexto em que ela se desenvolveu. Para ele, as
conquistas territoriais, as guerras e a expansão do comércio
contribuíram para espalhar vírus e bactérias para outros lugares do
mundo. Conforme ele salienta na frase em que diz que os “microrganismos
foram globalizados pelo homem”.
Medicina X Superstições
As práticas de confinamento dos doentes como estratégia para conter a
proliferação das doenças só começou no século XVIII, antes disso a
prática já podia ser verificada em alguns locais e períodos diferentes,
mas não com o aspecto de política com entendimento sanitário.
É no final da Idade Média, com o surgimento das Universidades, que o
conhecimento médico ocidental passa por mudanças e vai, aos poucos,
deixando o aspecto supersticioso de “castigo divino”. Nesse período,
surge então o conceito de epidemia, que designa a elevação dos casos de
determinada doença de forma brusca em um local específico como uma
cidade, estado ou país. Quando a dimensão, de quantidade e espaço, se
eleva a nível de continentes ou até mesmo global, essa epidemia que se
espalhou passa a ser chamada de pandemia.
Na passagem do século XIX para o XX, a criação das vacinas
revoluciona o modo como as sociedades tratam seus doentes, gerando então
a prática da imunização em massa.
Pandemias: uma nova a cada 100 anos?
Na última semana, uma postagem do twitter criou uma nova teoria da
conspiração: que a humanidade é acometida por uma pandemia nova sempre
na década de 1920 de cada século. Veja a imagem abaixo:
Disponível em: https://observador.pt/factchecks/fact-check-ha-uma-grande-epidemia-no-ano-20-de-cada-seculo/
Como pode-se perceber, essa única publicação teve mil
compartilhamentos, fora sua reprodução em outras redes sociais. E aí
diversas pessoas começaram a se questionar se o que a publicação falava
era real.
Embora a publicação utilize doenças que realmente tiveram um grande
número de mortalidade ao longo tempo, o erro está justamente nisso, o
tempo. A maioria das datas que estão ali descritas estão incorretas.
Como por exemplo, a Gripe Espanhola, cujo surto foi 1918 e a Peste Bubônica entre 1343 e 1353.
Além disso, a publicação deixa propositalmente de fora outras grandes
epidemias, que aconteceram em anos muito distantes das décadas de 20.
Como por exemplo, a pandemia de H1N1 que aconteceu em 2009 e vitimou
cerca de 18 mil pessoas em todo o mundo.
Mudanças nos rituais funerários
Não é só a economia e o dia a dia das pessoas que é afetado pelas
pandemias. Ao longo do tempo, os surtos de doenças modificaram a maneira
como o ser humano se relaciona com a morte.
No Brasil, essa mudança foi percebida principalmente com o surto de
febre amarela na metade do século XIX. Segundo a doutora em História
pela UFF Cláudia Rodrigues, o impacto da doença foi sentido também nos
rituais funerários.
A atitude que antes era de familiaridade entre vivos e mortos, passou
a ser contestada pelos médicos sanitaristas, que apontaram as
sepulturas como focos de contaminação.
À partir disso, os sepultamentos que antes aconteciam dentro ou ao
redor das igrejas passaram a ser afastados dos centros urbanos visando o
afastamento dos mortos para evitar as doenças.
Nesse sentido, ocorreu uma mudança nos rituais funerários, já que a
medida e a legislação Imperial devido à epidemia, gerou um medo dos
vivos em relação aos mortos.
Pandemias: o presidente brasileiro que não assumiu o cargo
A pandemia da Gripe Espanhola, que no século passado vitimou mais de
20 milhões de pessoas, não ficou restrita apenas à Europa. Aqui no
Brasil, além de deixar cerca de 30 mil mortos no país, a doença atingiu a
figura que teria o maior cargo político: o presidente.

Francisco de Paula Rodrigues Alves, já havia sido presidente do país em um mandato entre 1902 e 1906, e ficou conhecido pela Reforma Urbana do Rio de Janeiro.
No entanto, seu segundo mandato que iniciaria no final de 1918, nunca
chegou a ser assumido, já que o candidato de 70 anos que já estava com a
saúde debilitada foi acometido com a gripe espanhola e faleceu no
início de 1919.
As pandemias no ensino de História
Certamente algumas doenças são mais faladas nas aulas de História.
Isso se dá, principalmente, pelas mudanças que elas causaram nas suas
sociedades. Para isso, é importante que os professores busquem mostrar
pros alunos quais foram os aspectos dessas doenças, não só em número de
mortos, mas também nas configurações políticas e sociais.
Pensando nisso, deixamos abaixo algumas sugestões de abordagens para realizar durante as aulas:
Idade Média: Peste Bubônica
A palavra peste vem do Latim e começou a ser utilizada para designar a
mortalidade elevada causada por alguma doença. De acordo com a médica
Rita de Cássia Barata, a pandemia causada pela peste bubônica no século
XIV foi uma mistura entre o desconhecimento sobre a doença com uma série
de práticas ineficazes que mais pareciam rituais.

Além dos sintomas da doença, é importante que o professor demonstre
aos alunos como ela contribuiu para a transição do sistema feudal para o
capitalista. Ressaltando então, como a falta de mão de obra no campo,
contribuiu para a substituição do trabalho humano para o uso de novas
tecnologias.
Colonização da América
Entre o final do século XV e início do XVI, aconteceu o primeiro
contato entre os europeus e os povos nativos da América, o que acabou
gerando um desastre demográfico por aqui. É importante que os professor
saliente que, esse fator não foi somente devido aos conflitos que
ocorreram entre alguns povos, mas também pelas doenças trazidas pelos
colonizadores. Doenças essas, como gripe, cólera, varíola e malária,
cujos nativos não possuíam anticorpos.
Brasil República: Revolta da Vacina
O movimento popular que aconteceu em 1904 na cidade do Rio de
Janeiro, contra a obrigatoriedade da vacinação e o tratamento
autoritário do governo, é bastante trabalhado em sala de aula.

O vídeo faz parte da série “Epidemias” feito pelo Jornal da USP:
Primeira Guerra Mundial: Gripe Espanhola
A Gripe espanhola foi uma pandemia que surgiu no final da Primeira
Guerra Mundial, em 1918. Como se não bastasse todo o impacto da guerra
na sociedade, a doença se espalhou pelo mundo deixando cerca de 20
milhões de mortos.

Disponível em: https://drzerocost.com.br/2017/09/da-porteira-para-fora-14p/
Embora tenha esse nome, a doença não se originou em território
espanhol. O nome ficou associado ao país devido às constantes
publicações da imprensa do país sobre ela, enquanto que os outros
países, envolvidos diretamente no conflito, evitavam falar sobre a
doença, inclusive censurando os meios de comunicação, para não espalhar
pânico entre as tropas.
Abordagem em sala de aula
Independente do assunto, quando se trata de pandemias, é importante
que o professor busque demonstrar para os alunos quais os efeitos que
essas doenças tiveram em alguns setores das sociedades, como:
Na política dos países: se houve mudança de poderes; se algum grupo
político se beneficiou com isso; quais foram as medidas tomadas pelo
Estado na contenção da doença.
Na economia dos países: como ocorreu a crise que sucedeu a pandemia;
quais medidas foram tomadas para tentar conter a crise; como isso
impactou o país; se houve a mudança no modo de produção.
Na cultura: o que a sociedade acreditava ser a causa da doença; como
isso mudou as crenças da sociedade; se houve mudanças nos costumes.

Referências Bibliográficas:
As Grandes epidemias ao longo da História. Superinteressante. 2020.
BARATA, Rita de Cássia Barradas. Epidemias. Cad. saúde Pública, vol. 3 nº1. Rio de Janeiro, na/mar 1987.
Cinco epidemias que ajudaram a mudar o rumo da história. Viva bem, 2020.
OLIVEIRA, Fábio. Como a humanidade enfrentou as epidemias ao longo da história. Viva Bem, 2020.
RODRIGUES, Cláudia. A cidade e a morte: a febre amarela e seu impacto sobre os costumes fúnebres no Rio de Janeiro (1849-50). História, ciências, saúde- Manguinhos, VI (1) 53-80, mar.-jun. 1999.
UJUARI, Stefan Cunha. A História da Humanidade contada pelo vírus. Editora Contexto, 2012.
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