segunda-feira, 29 de setembro de 2025

ARQUIVO.DOC | Indígenas na Confederação do Equador no Ceará

 


O Arquivo.doc mostra como as comunidades indígenas que não viviam isoladas estavam sujeitas ao Diretório dos Índios, lei do século XVIII que tinha o intuito de promover a integração social e política. O Diretório garantiu-lhes direitos como liberdade, propriedade e cargos políticos, permitindo que suas lideranças ocupassem funções de destaque, como vereadores e juízes nas câmaras municipais.

Em 1824, mesmo com relações históricas com a Monarquia, os indígenas apoiaram a Confederação do Equador e alinharam-se contra as elites de Fortaleza. Dessa forma, eles se juntaram a nomes como Tristão Gonçalves e Pereira Filgueiras, algumas das lideranças do interior, e provocaram motins em diversas vilas.

O roteiro e a produção do Arquivo.doc são assinados pela jornalista Ana Célia de Oliveira, com sonorização de Angela Gurgel. A trilha sonora é de Angelo Ceccatto. A edição e as artes de divulgação são de Daniel Cardoso. As imagens são de Cristiano Freitas (MT Vídeo) e Marcelo Alves, com áudio e assistência de câmera de Charles Ciríaco (MT Vídeo) e Ronald Martins (MT Vídeo).

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO CEARÁ Youtube: /@ALECETV

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

ARQUIVO.DOC | Padaria Espiritual

 


Em tempos difíceis (pandemia), o Núcleo de Documentários da TV Assembleia lança mais um programa que fala da nossa história: o Arquivo. Doc. Esse novo trabalho resgata depoimentos e imagens que estão nos arquivos da TV Assembleia. No programa, de estreia, a Padaria Espiritual. A arte de abertura é de Angela Gurgel e Daniel Cardoso. A música “Mãe Terra ” é de Alan Kardec.

A Padaria Espiritual foi um importante movimento literário criado em 1892, no Café Java, Centro de Fortaleza. Seus idealizadores, os jovens escritores da época, denominaram a agremiação como “uma sociedade de rapazes de Letras e Artes”. As gravações foram realizadas por ocasião do documentário sobre o poeta Antonio Sales.

A produção do programa é da jornalista, Ana Célia de Oliveira, com roteiro e pesquisa musical de Angela Gurgel, coordenadora do Núcleo de Documentários. A edição é de Daniel Cardoso e finalização, de Vinícius Augusto. As demais artes são de Daniel Cardoso. As imagens para este
Arquivo.Doc são de Marcelo Alves, Nilson Filho e Salomão Costa. A equipe do Núcleo de Documentário é composta pelos profissionais Angela Gurgel, Ana Célia de Oliveira, Janaína Gouveia, Vinícius Augusto, Daniel Cardoso e Marcelo Alves.

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

ARQUIVO.DOC | Documentário "O Caldeirão do Beato José Lourenço"


A obra, produzida e exibida pela primeira vez em 2011, conta a história da comunidade do Caldeirão, fundada em 1926 por José Lourenço, filho de escravos alforriados que se tornou beato e liderou a comunidade por 10 anos.

José Lourenço nasceu na Paraíba em 1872 e foi para Juazeiro do Norte em 1892. Começou a liderar uma missão em Baixa Dantas, localidade para onde Padre Cícero enviava famílias que fugiam da seca na região. Expulsos do sítio de Baixa Dantas no ano de 1926, José Lourenço e a comunidade migraram para o chamado Caldeirão dos Jesuítas, local que ficou conhecido, posteriormente, como o Caldeirão da Santa Cruz do Deserto. Na comunidade do Caldeirão, José Lourenço abrigava as famílias retirantes, e a produção do local era dividida entre todos os moradores. O Governo Federal, com receio de que a comunidade se tornasse um movimento messiânico, promoveu uma invasão em 1936 e, em 1937, as Forças Armadas bombardearam o local, liquidando de vez a comunidade.
A locução do programa Arquivo.Doc é da jornalista Janaína Gouveia. A direção de fotografia e montagem do Arquivo.Doc é de Vinícius Augusto Bozzo, com edição original de Daniel Cardoso e Ana Célia de Oliveira, responsável pela produção e roteiro. A coordenação e direção dos trabalhos é de ângela Gurgel. O Núcleo de Documentários da TV Assembleia conta ainda com o videomaker Marcelo Alves e com Mariana Bueno, estagiária da UFC.

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

GUERRA FRIA: O QUE FOI E RESUMO | HISTÓRIA | QUER QUE DESENHE?

 


Neste vídeo do Quer Que Eu Desenhe falaremos sobre a Guerra Fria, conflito político e ideológico que marcou boa parte do século XX. Venha entender sobre o tema! 🔥 BAIXE AGORA O MAPA MENTAL SOBRE GUERRA FRIA: https://bit.ly/450gPjC ----- 👉 O que foi a Guerra Fria? Foi um conflito político e ideológico entre os Estados Unidos e a União Soviética que marcou o mundo. Compreender a Guerra Fria é essencial para entender os eventos que moldaram a geopolítica global. Então, se você quer ser craque para o Enem e dominar o tema, mergulhe no vídeo e entenda as intrigas, tensões e disputas da Guerra Fria. Resumo maneiro é aqui mesmo! ----- 💻Quer saber mais sobre o tema? Confira: ➜ Vídeo sobre a Guerra Fria:    • MAQUIA E FALA: GUERRA FRIA | L.A.C.R.E.I. ...   ➜ Vídeo sobre o Fim da União Soviética:    • POR QUE A UNIÃO SOVIÉTICA ACABOU? | QUER Q...   💡 Assine a Descomplica e estude com os melhores professores! https://bit.ly/3KClU9P 💚 Siga-nos nas outras redes sociais: 👉 Twitter:   / descomplica   👉 Facebook:   / descomplica.videoaulas   👉 Instagram:   / descomplica   👉 TikTok:   / descomplica  

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL: RESUMO | HISTÓRIA | QUER QUE DESENHE?

 


Neste vídeo do Quer Que Eu Desenhe nós vamos te contar sobre o contexto e as consequências da Primeira Guerra Mundial. 🔥 BAIXE AGORA O MAPA MENTAL SOBRE A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL: https://bit.ly/3rMiPNK ----- A Primeira Guerra Mundial abalou nações e deixou marcas profundas na humanidade. Ao compreender a complexidade do conflito, somos convidados a refletir sobre as consequências devastadoras e os sacrifícios humanos enfrentados nesse período. No Enem, esse tema sensível e crucial pode ser abordado, destacando a importância de compreender os eventos e contextos que levaram ao conflito. Vamos embarcar nessa jornada histórica e compreender as implicações da Primeira Guerra Mundial. Resumo maneiro é só aqui. ----- 💡 Assine a Descomplica e estude com os melhores professores! https://bit.ly/3OudjHk 💚 Siga-nos nas outras redes sociais: 👉 Twitter:   / descomplica   👉 Facebook:   / descomplica.videoaulas   👉 Instagram:   / descomplica   👉 TikTok:   / descomplica  

terça-feira, 1 de julho de 2025

Sugestões de vídeos para as Férias

Filme: "A Queda! As Últimas horas de Hitler"

Sinopse: "O filme A Queda é baseado nos livros deixados pela secretária particular de Hitler, Traudl Junge, e narra os últimos dias do ditador nazista, em uma forma dramática e agonizante em seu bunker sob a cidade de Berlim. (...) Hitler se suicidaria juntamente com sua "amante" Eva Braun em 30 de abril de 1945." (História Digital)
Ano: 2004.
Duração: 2 horas e 30 minutos. Dublado.





Documentário: "O mundo sem ninguém"

Life After People (O Mundo Sem Ninguém - Título no Brasil) é uma série de documentários exibidos pelo The History Channel. A série mostra como seria a Terra sem humanos, as nossas maiores construções e a arquitetura, sem o cuidado do homem.
O que aconteceria se todos os seres humanos desaparecessem do planeta? O que ocorreria com centenas de animais que nos serve de gado? E os produtos químicos armazenados em nossos complexos industriais? Os satélites cairiam sobre a Terra? São estas as perguntas que este documentário procura responder.
Duração: 88 minutos.





Descomplica: "E se os presidentes do Brasil virassem seus tios em uma viagem de férias? Como cada um seria?"

Área de Conhecimento do ENEM: Ciências Humanas e suas tecnologias.

Competência relacionada: 3 – Compreender as transformações dos espaços geográficos como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder.

Habilidade relacionada: H14 – Comparar diferentes pontos de vista, presentes em textos analíticos e interpretativos, sobre situação ou fatos de natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais, políticas e econômicas.

Te chamaram para passar o final das suas férias de julho em uma casa de praia. Claro que você vai aceitar esse convite, não é? Afinal, todos os seus tios vão também! Quem diria passar um final de semana com seu tio Dutra, tio Getúlio, tio Juscelino, tio Jânio e tio Jango? Incrível! Agora, cada um tem aquelas manias que todo o tio tem.

Depois de 1945, ao apagar das luzes da Segunda Guerra Mundial, o Estado Novo de Getúlio Vargas foi intensamente criticado por uma grande contradição: o país lutou ao lado da democracia na II Guerra, mas vivia sob um regime ditatorial. Pressões internas e externas fizeram com que Vargas renunciasse, abrindo caminho para a redemocratização. Mas, vamos começar nossa viagem pra casa de praia!

1 – Tio Dutra, o “perseguidor”.

Eurico Gaspar Dutra foi o décimo sexto presidente do Brasil. Com a saída de Getúlio Vargas, José Linhares assumiu interinamente até serem convocadas novas eleições, que ocorreriam em 1945. Dutra candidatou-se pelo PSD (partido apoiado por Vargas) e venceu a oposição que lançara o Eduardo Gomes, candidato pela UDN. O governo de Dutra foi importante, pois: marcou o processo de redemocratização com a aprovação de uma nova Constituição em 1946, alinhou-se com os EUA no contexto de Guerra Fria e colocou o PCB na ilegalidade. Por conta disso, o Tio Dutra será o tio “perseguidor”, ou seja, aquele que fica atrás de você pra não deixar que você jogue bola, que não entre na piscina, mas principalmente, que não faça BAGUNÇA!

2 – Tio Getúlio, o “cheio de energia”!

“Bota o retrato do velho no mesmo lugar, bota outra vez!”. Algumas pessoas cantarolavam isso nas ruas em 1951, pois queriam Getúlio Vargas novamente como presidente do Brasil. E ele venceu as eleições. Seu governo foi importante, pois iniciou um processo de fortalecimento da indústria do ramo energético brasileiro. Assim como em sua primeira passagem, Vargas foi responsável por dar prosseguimento no processo de industrialização brasileira. Estatais foram criadas: Petrobras e a Eletrobras. Uma campanha ganhou força: “O Petróleo é nosso!”, o que reforçava o caráter nacionalista de seu governo. Logo, o Tio Vargas é aquele que não para um minuto! Dá aquela corridinha na praia, volta, faz um churrasco, lava o carro e se reclamar ainda dá uma festa! Tio Getúlio, cheio de energia pra dar.

3 – Tio Juscelino, o “bossa-nova”

“50 anos em 5.” Mas como assim? Realizar 50 anos de desenvolvimento em apenas cinco anos de mandato presidencial? Não seria difícil para JK. Através do Plano de Metas e de seu modelo tripé de desenvolvimento (entenda aqui neste mapa mental), JK conseguiu investir na indústria de bens e iniciar um projeto de integração nacional baseado no rodoviarismo. Não é à toa que o período que esteve como presidente foi chamado de “Anos Dourados”. O otimismo pairava na sociedade que via o Brasil crescer: nossa seleção de futebol campeã em 1958 na Suécia, a “bossa-nova” dava seus primeiros acordes e a garota de Ipanema desfilava e nova capital, Brasília, alçava voo com os traços de Oscar Niemeyer. O Tio Juscelino é aquele que vive com um sorriso no rosto, gosta de pegar um violão, sentar na varanda, e começa a tocar “Chega de Saudade”

4 – Tio Jânio, o "menos popular".

Enquanto Juscelino Kubitschek se destacou pelo governo intensamente populista, seu sucessor no poder, Jânio Quadros foi pelo caminho inverso. Candidato por um partido de pequena expressão – o PTN – foi apoiado pela UDN e eleito em 1961. Seu slogan era “Varre, varre, vassourinha”, pois dentre suas promessas acabaria com a corrupção. Governou meses quando renunciou em 25 de Agosto de 1961. Seu governo foi marcado por medidas extremamente impopulares: proibiu o uso de biquíni na praia, as brigas de galo e o lança-perfume. A sociedade contestava como o Congresso também o fazia. O Tio Jânio, é aquele que briga por causa do tamanho do seu biquíni na praia, fica implicando por causa das brincadeiras e ao invés de falar diretamente, manda bilhetinhos (exatamente como fazia Jânio Quadros com seus ministros).

5 – Tio Jango, o "reformista".

Assumiu o governo no meio de uma tempestade. As forças conservadoras queriam impedir sua posse afirmando que Jango era um político de esquerda. Os militares tentaram dar um golpe, que foi impedido por Brizola, defendendo o princípio da legalidade. João Goulart assumiu a presidência com uma condição: submeter-se ao modelo parlamentarista. Este modelo durou até 1963 quando um plebiscito decidiu pelo modelo presidencialista. Tentou implementar as Reformas de Base, porém sem sucesso, sofreu um duro golpe de estado, onde os militares iniciaram a Ditadura. Tio Jango, é aquele que vive tentando reformar a casa de praia, tenta mudar tudo (fachada, piso, telhado), mas forças mais conservadoras não o deixam =(.

Fonte: Descomplica

sexta-feira, 23 de maio de 2025

Afinal, o que é História? (Nerdologia)

 


Vocês, que acompanham o Nerdologia de História há anos e gostam de filmes ou jogos que retratam períodos históricos, já se perguntaram o que é História e qual o ofício do historiador? Neste último Nerdologia, vamos responder a pergunta: afinal, o que é História? Apresentação e Roteiro: Filipe Figueiredo –   / xadrezverbal   Edição e Arte: Estúdio 42 – http://www.estudio42.com.br FONTES E SAIBA MAIS: Escritos sobre a História, de Fernand Braudel: https://amzn.to/42eUqjR A escrita da história: Novas perspectivas, de Peter Burke: https://amzn.to/4jbnFKp O queijo e os vermes, de Carlo Ginzburg: https://amzn.to/4j9xisO Apologia da história: Ou o ofício do historiador, de Marc Bloch: https://amzn.to/4lxbNDM História e memória, de Jacques Le Goff: https://amzn.to/3Gbh3gk Que É História?, de Edward Hallet Carr: https://amzn.to/3Rj3TAo CLIQUE CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD: https://linktr.ee/jovemnerd0 NERDBUNKER:    / @nerdbunker   JOVEM NERD:    / @jovemnerd  

sexta-feira, 4 de abril de 2025

Filme/Documentário: "Nós que aqui estamos por vós esperamos" Marcelo Massagão - Reflexões com memórias do século XX


"Nós que aqui estamos por vós esperamos" é um filme brasileiro de 1999 sob a direção de Marcelo Massagão. Ele traz o filme como memórias do século XX. O filme retrata de uma verdadeira volta ao mundo no seu contexto histórico, econômico e cultural.

Com base na história e na psicanálise, Marcelo Masagão compôs um complexo mosaico de memórias do século 20.

Seu recurso à justaposição de imagens e sequências fragmentadas, ao invés de uma narrativa contínua e linear, capturou o âmago desse tempo turbulento.

A irrupção nele da cultura moderna indicava isso: a ruptura dos elos com o passado; o imperativo da supremacia tecnológica; a penetração ampla e profunda em todas as dimensões da matéria, da vida e do universo; o anseio da aceleração, da intensidade e da conectividade; a abolição dos limites do tempo e do espaço.

O que mais marca este momento, portanto, é justamente essa multiplicação de energias, a pluralidade das sensações e das experiências, o esfacelamento da consciência e a interação com os mais diversificados contextos.

A história se pulveriza numa miríade de registros e o inconsciente aflora, magnificado pela potência das novas fontes de estimulação sensorial e pelo choque traumático das forças destrutivas deslaçadas sobre a humanidade.

Sensível e ponderado foi também o seu modo de jogar com as perspectivas de gentes simples e anônimas, nascidas no torvelinho das transformações, dragadas pelas engrenagens dos complexos industriais, o lazer massificado, a publicidade, os apelos do consumo, as alegrias da dança e do corpo liberado, os rigores trágicos das crises e da guerra.

Dando nome a essas criaturas minúsculas, ele devolve o quinhão de humanidade que lhes foi negado e destaca o modo pelo qual a dinâmica social opera pela modulação dos comportamentos, a rotinização do cotidiano e a galvanização das mentes.

Dentre a massa de anônimos ressaltam rostos famosos: artistas, cientistas, intelectuais, líderes políticos e espirituais. Funcionam como chaves que articulam tendências de ampla configuração em diferentes níveis da experiência social e cultural.

Catalisando processos em andamento, eles dão voz às minorias silenciosas e sinalizam alternativas ou consolidam estados latentes de aspiração, conformação, revolta ou ressentimento. A história é tramada nessa imprevisível dialética entre pressões estruturais, decisões individuais, desejos, pavores e projeções subconscientes, tensões sociais e a polifonia de vozes que dão forma e expressão às conjunturas.

A singela fórmula "nós que aqui estamos, por vós esperamos", gravada no portal do cemitério de província, é outro dos achados cintilantes deste filme. Por um lado, oferece um contraponto tocante às ambições grandiloquentes do século 20 e de sua modernidade. Evoca a fragilidade e os estreitos limites da condição humana, os quais têm sido ignorados por poderes e ambições que atravessaram o período impondo demandas e sacrifícios exorbitantes.

Por outro lado, apresentada no final do filme, a frase ressoa e opera como um feixe que conecta os fragmentos, nos transportando para aquele mundo, como mais uma memória que irá se somar a esse painel dramático, ligada a cada detalhe dele por vínculos de solidariedade e compaixão.

Os temas compulsivos e recursivos das músicas de Win Mertens funcionam como o nexo emotivo que nos põe em sintonia com os sonhos profundos que animaram nossos irmãos e irmãs nessa aventura histórica ainda mal entendida e inacabada, mas que obras como essa nos ajudam a vislumbrar e a compreender melhor. Creio que é isso também que eles, lá na sombra discreta do cemitério, esperam de nós.

Saiba mais sobre o filme: http://www2.uol.com.br/filmememoria/




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