quinta-feira, 30 de junho de 2016
quarta-feira, 22 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
"Ensino" - Porta dos Fundos
"Escola: substantivo feminino; estabelecimento público ou privado destinado a ensino coletivo. Mas, na prática, local onde você tem o primeiro contato com maconha, começa a fazer sexo com pessoas nada a ver por carência e autoafirmação e sofre bullying, que te obriga a pagar terapia por toda sua vida adulta." Porta dos Fundos
Fonte: Porta dos Fundos
quinta-feira, 19 de maio de 2016
"Lista de músicas para suas aulas de História e Geografia" - "Tudo de História e Geografia"
"(...) Sabe-se que a música é um excelente recurso para ser aproveitado no ensino de História e Geografia.
Encontrar em vestibulares questões que usando letras de músicas que já ouvimos o tempo constantemente é algo corriqueiro. Além de ser uma maneira providencial de facilitar e elevar a aprendizagem dos alunos, é também uma forma dinâmica de se ensinar.
Nada melhor do que usar uma canção para ilustrar um conteúdo e fazer a ponte do que um determinado autor quis transmitir dentro do contexto histórico daquele momento.
Segundo o Brasil Escola o uso da música para o ensino de História e Geografia, pelo menos no Brasil, não é nenhuma novidade a ser divulgada entre os profissionais da área. Tanto em experiências relatadas, quanto nos livros didáticos, temos o uso de canções e até a explicação sobre alguns movimentos musicais que marcaram no tempo. Contudo, percebemos que é necessário aprofundarmos os limites e possibilidades que envolvem o emprego da música com fins de ordem didática.
O mais recorrente do uso da música em sala de aula relaciona-se ao emprego das letras de músicas. Sem dúvida, a canção, enquanto documento, tem a rica capacidade de tornar uma narrativa assimilável e, ao se valer de uma letra, debate diversos valores e questões que se constituem historicamente. Entretanto, existem algumas preocupações que são muitas vezes deixadas de lado pelo professor.
Visando apoiar os Educadores que fazem uso dessa funcionalidade e também o que poderão vir a fazer, separei dois sites com uma listas vastas de músicas associada ao conteúdo ao qual ela é propícia. Título, cantor e assunto ao qual a música se encaixa.
Confiram as listas nos links abaixo e torne suas aulas ainda mais eficazes e dinâmicas.
O Tudo de História e Geografia agradece a atenção e credibilidade e convida você a curtir nossa página no face e conferir TUDO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA e também conferir o restante do material disponível no site. CLIQUE AQUI E APROVEITEM."
Fonte: Tudo de História e Geografia
'Educação Infantil é tão ou mais importante que a universitária' TV UNESP
Professor cubano Guillermo Arias destaca a relação da educação com a psicologia e o papel da família.
Falar de educação, especialmente a infantil, é ter uma relação muito próxima com a psicologia. O professor da Universidade de Havana, Guillermo Arias, é especialista no enfoque histórico cultural e destaca como a educação deve entender seu papel no desenvolvimento psíquico.
O professor defende a Educação Infantil e sua contribuição na Educação Básica e no Ensino Superior, além de pontuar como a família deve se integrar com a rotina escolar e dia a dia dos filhos e alunos.
Fonte: TV UNESP
domingo, 24 de abril de 2016
"A vida é feita de escolhas" - Deivison Pedroza
"A Vida é feita de Escolhas
Já pensou o que você vai dizer pra você mesmo quando chegar no futuro?
Será que vai gostar do resultado da vida que planejou? Será que vai ficar feliz com o que conquistou?
A vida é feita de escolhas e elas podem determinar como vai ser o seu amanhã.
Por isso, é tão importante pensar em tudo que faz.
Um caminho errado pode levar você a um destino obscuro. E, muitas vezes, sem volta.
E nessa caminhada cada escolha importa. É preciso saber escolher a profissão certa, os amigos certos, é preciso saber escolher quem serão os seus mestres, os seu mentores e, claro, quem vai dividir a vida com você o tempo todo.
Alguma vez você já traçou os seus objetivos, as suas metas, os seus sonhos?
Esteja preparado para o acerto final com você mesmo.
Esteja pronto para se olhar no espelho e dizer: eu venci.
Caso contrário, terá que se contentar com o futuro que o destino escolheu pra você.
Não sei deixe levar pela sorte ou pela simples intuição do que pode dar certo.
Faça dar certo.
Não deixe que as suas escolhas coloquem pontos onde deveriam ter apenas vírgulas.
Ninguém pode cobrar mais de você do que você mesmo.
É você o grande chefe da sua vida, do seu futuro.
Portanto, é quem sabe quando deve melhorar ou fazer um up grade.
Se demita da mesmice, da preguiça, da má vontade, dos erros,
Se valorize, se elogie, se critique.
Faça isso ou alguém irá fazer por você.
A sua imagem amanhã é o que você fez ontem.
E lembre-se: Cada ruga criada ao longo da sua vida pode significar uma conquista ou uma derrota.
Mas isso, só você pode escolher."
Deivison Pedroza
Mesmo autor do vídeo sonhos - O que você quer ser quando crescer, com mais de 40 milhões de acessos no you tube. visite o site do autor: www.deivisonpedroza.com.br
Já pensou o que você vai dizer pra você mesmo quando chegar no futuro?
Será que vai gostar do resultado da vida que planejou? Será que vai ficar feliz com o que conquistou?
A vida é feita de escolhas e elas podem determinar como vai ser o seu amanhã.
Por isso, é tão importante pensar em tudo que faz.
Um caminho errado pode levar você a um destino obscuro. E, muitas vezes, sem volta.
E nessa caminhada cada escolha importa. É preciso saber escolher a profissão certa, os amigos certos, é preciso saber escolher quem serão os seus mestres, os seu mentores e, claro, quem vai dividir a vida com você o tempo todo.
Alguma vez você já traçou os seus objetivos, as suas metas, os seus sonhos?
Esteja preparado para o acerto final com você mesmo.
Esteja pronto para se olhar no espelho e dizer: eu venci.
Caso contrário, terá que se contentar com o futuro que o destino escolheu pra você.
Não sei deixe levar pela sorte ou pela simples intuição do que pode dar certo.
Faça dar certo.
Não deixe que as suas escolhas coloquem pontos onde deveriam ter apenas vírgulas.
Ninguém pode cobrar mais de você do que você mesmo.
É você o grande chefe da sua vida, do seu futuro.
Portanto, é quem sabe quando deve melhorar ou fazer um up grade.
Se demita da mesmice, da preguiça, da má vontade, dos erros,
Se valorize, se elogie, se critique.
Faça isso ou alguém irá fazer por você.
A sua imagem amanhã é o que você fez ontem.
E lembre-se: Cada ruga criada ao longo da sua vida pode significar uma conquista ou uma derrota.
Mas isso, só você pode escolher."
Deivison Pedroza
Mesmo autor do vídeo sonhos - O que você quer ser quando crescer, com mais de 40 milhões de acessos no you tube. visite o site do autor: www.deivisonpedroza.com.br
domingo, 3 de abril de 2016
"PENA" - Porta dos Fundos
"Há dois ditados famosos sobre a Lei. “A lei é igual para todos” e “dura
lex, sed lex” (a lei é dura, porém é a lei). Mas no Brasil só uma dessas
máximas é verdadeira. Quer dizer... às vezes. Na maioria dos casos.
Quer dizer na minoria. Ou contra minoria. Que seria maioria? Vamos dizer
que... depende do caso. Ganha um passe-livre da cadeia quem conseguir
achar sentido nisso."
Elenco:
Fabio Porchat
MAKING OF: http://youtu.be/9CCMpo3ATH8
APPS E GAMES: http://bit.ly/appsporta
CAMISAS E PRODUTOS: http://loja.portadosfundos.com.br
Esse é o canal "Porta dos Fundos". Lançamos vídeos todas as segundas, quintas e sábados às 11h.
terça-feira, 22 de março de 2016
USP oferece curso gratuito online sobre Democracia
A USP está oferecendo através do site da Univesp TV, um curso online gratuito sobre Ciência Política: Qualidade da Democracia.
Ele é voltado a pessoas com graduação de nível superior, especialmente
bacharéis em Ciências Sociais, Comunicação, Direito, Economia,
Administração e Gestão Pública, História, Geografia e Filosofia. Também é
aberto a todos com formação superior em qualquer área do saber.
O curso também pode ser interessante
àqueles que desejam ingressar em mestrado ou doutorado com o intuito de
desenvolver dissertações.
A Univesp TV
é o canal de comunicação da Universidade Virtual do Estado de São
Paulo, a quarta universidade pública paulista e visa ao incentivo à
formação integral do cidadão.
Este curso de Qualidade da Democracia é apresentado gratuitamente em forma de videoaulas online,
que você pode assistir a hora que quiser. Há ainda a possibilidade de
fazer anotações sobre questionamentos, opiniões e dúvidas enquanto
assiste o vídeo, e receberá tudo em seu email.
O curso
São 9 aulas do curso regular de pós-graduação ministradas pelo docente José Álvaro Moisés do departamento de Ciência Política
da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de
São Paulo. Nessas aulas são trabalhados os conceitos de qualidade da
democracia, instituições democrátricas e cultura política. O professor
comenta as ondas democráticas que mudaram países em todo mundo a partir
do século XVIII e entra na discussão sobre a qualidade dos regimes
democráticos que surgiram. É só acessar o site e começar a estudar.
Conteúdo programático
- Aula 1 – Introdução: Os principais conceitos
- Aula 2 – Cultura Política e Instituições Democráticas: A democracia e os outros regimes
- Aula 3 – Primado da Lei: Margareth Mead e Ruth Benedict
- Aula 4 – Accountability: A obrigação de prestar contas
- Aula 5 – Modernização, Cultura Política e Instituições: As velhas e novas democracias
- Aula 6 – A Terceira Onda: Liberdade e Igualdade
- Aula 7 – Análise Brasil: Confiança política e accountability
- Aula 8 – Sistema Político e Presidencialismo: A confiança política nas instituições
- Aula 9 – Balanço Geral: Resumo do curso
O curso sobre Qualidade da Democracia oferecido pela USP é mais uma dica que o Canal do Ensino traz para te ajudar a expandir a mente, pensar diferente e aumentar ainda mais seus conhecimentos.
Boas aulas!
Fonte: Canal do Ensino
"Como a televisão decide o que você pensa, o que você quer e o que você faz" (Revista Cult - Márcia Tiburi)
"Digamos que você trabalhe demais e não
tenha tempo justamente para cuidar do tempo que sobra, se é que sobra
algum tempo. Então você deixa que uma empresa cuide disso pra você. Se
você já se aposentou ou não tem trabalho, pode parecer difícil usar o
tempo com outras coisas e você também aceita os serviços da empresa.
Como você vive em uma sociedade que
valoriza a informação, e a empresa lhe dá justamente isso, parece lógico
que o que ela fornece é uma coisa boa em troca de uma coisa meio chata
como é a propaganda. Mas parece uma troca justa e você pensa que não tem
porque ver um problema nisso.
Na forma de notícias, a informação é
algo que serve para você saber em que mundo está, saber o que está
acontecendo, e, evidentemente, não ser ingênuo.
Você pensa: não parece lógico que alguém
use informação para te enganar e te tornar ingênuo. Isso não faria
sentido e você se entrega de corpo e alma o que tem pela frente.
No meio disso tudo, você acredita e
confia mesmo no que recebe, afinal se você não está enganando ninguém,
ninguém teria por que enganar você.
E como você é uma pessoa confiante, você
também confia na justiça e sabe que propaganda enganosa pode dar cadeia
e segue vendo tudo de bom que o aparelho que você comprou te oferece de
graça. Quer dizer, é bom lembrar que não é bem de graça, tem aquela
troca, mas isso não vem ao caso agora, pois tudo parece muito justo.
A tecnologia muda de tempos em tempos, o
aparelho fica ultrapassado e você precisa comprar um novo. Você nem
queria esse aparelho último tipo, assim como você não quer as coisas que
ele mostra, mas você passa a usar porque todo mundo está usando. Ficar
longe do aparelho é o que ninguém quer. Ficar desatualizado diante dos
colegas e familiares também pega mal. Assim você que não anda
conversando nada muito interessante com ninguém, sente que ainda faz
parte de uma comunidade que agora é chamada de audiência.
Você parou de falar com as pessoas,
perdeu a noção dos amigos e dos familiares, as pessoas só perguntam se
você viu a novela. É claro que você assitiu tudo, perdeu algum capítulos
dormindo, pois não era tão interessante assim, mas não tem problema
porque o seu mundo emocional está completamente preenchido com as
alegrias e tristezas das personagens.
A sua vida moral, ética e política está
totalmente controlada, já não dá mais trabalho. O aparelho que você
comprou garantiu todas as suas ideias por meio dos noticiários e criou
um verdadeiro estilo de vida para você. Você está convencido de que a
vida não pode ser diferente.
Agora você pode ficar sentando diante do
aparelho vendo pessoas parecidas com você convivendo dentro de uma
casa. Elas parecem mergulhadas na banalidade do dia a dia e você chega,
num descuido, a pensar que elas são meio idiotas. Como não dá para fazer
muita coisa com um idiota, você pode dar um telefonema para expulsar um
deles da casa. Você vai achar essa atitude meio pequena e miserável,
mas como isso fará você se sentir poderoso, você que anda tão sozinho e
meio deprimido e sentindo uma inveja incrível daquelas pessoas, você
digita os números e manda bala.
Em outro belo dia faltou energia
elétrica e você ficou a olhar para o teto tentando dormir. Deu tempo
para desconfiar que estavam querendo, na verdade, te vender esse
aparelho e a programação que ele mostra. Você lembrou que te chamaram de
alienado quando comentou com colegas que não gostava tanto assim de
ficar na frente do aparelho, e que te chamaram de chato por ver problema
onde tudo parecia ir tão bem. Como você não estava pensando como todo
mundo, achou que estava errado e resolveu dormir.
Para compensar, no dia seguinte você
comprou alguma coisa de tudo aquilo que era oferecido na tela. Longe de
ser ingênuo você sabia que não poderia comprar muita coisa porque não
teria dinheiro para tanto. Você sentiu inveja de quem podia comprar
mais, mas comprou o que pode, um carro que te ajudaram a escolher em um
comercial cheio de mulheres lindas. Você fez isso mesmo sem querer ou
precisar porque parecia que era para fazer isso e não queria justificar
para ninguém que poderia ser diferente. O problema do dinheiro se
resolveu em prestações, você relaxou e passou a achar uma vantagem
comprar mais coisas daquelas. É verdade que você se incomodou por estar
endividado, mas alguém te disse que isso faz parte da vida, pois todos
estão endividados como você. Você se incomodou também com a inveja, mas
percebeu que a ostentação, seja o carro, seja da roupa, compensavam
diante dos amigos e aprendeu a conviver com esse novo dado da realidade
da melhor forma possível.
Com o tempo, você começou a notar que as
propagandas eram mais interessantes que as novelas, os programas de
auditório e até os noticiários, afinal o homem que lê as notícias andava
meio repetitivo e insistente mostrando apenas o que parecia dito para
você pensar igual. Você pensou em desligar o aparelho, mas como você
esqueceu que podia fazer outra coisa com o seu tempo, por algum motivo
parece que realmente já não tinha nada de melhor para fazer com ele.
Antigamente, antes de tudo isso, você
pensava que a vida poderia ser diferente. Com o tempo você esqueceu essa
pergunta e se alguém ousa fazê-la hoje, você se irrita muito e é você
que aponta essa pessoa como uma alienada e uma chata. Você fica muito
triste por pensar assim, mas como o ressentimento incomoda muito, você
deixa por isso mesmo.
Como você tem um aparelho novo – e um
carro igualmente novo – você está feliz em pensar que é o último tipo
que estão vendendo nas lojas mais próximas e que as prestações, como as
dores, logo vão passar.
Você vê as novelas, os filmes, os
programas de culinária, humor, entrevistas, está tudo tão bem feito,
tudo tão bonito que você nem precisa de mais nada. Você se identifica
com tudo aquilo que é mostrado. Até parece que não existe outro jeito de
viver. Claro que existe, você pensa, mas daria muito trabalho. Então
você vê as tragédias que aparecem e se auto-compensa pensando que você
não faz parte delas. Alguém diz a você que o mundo é terrível, mas que
ele está do seu lado e não vai deixar você ser enganado. Isso porque
você confia tanto na cabeça que aparece falando na sua frente, aquela
que te dá as informações de graça em troca das propagandas que você vê e
das coisas que você compra, que ele só pode ser um trabalhador honesto
como você que nunca lhe faria mal.
Essa cabeça falante está só mostrando a
vida como ela é, você entendeu. Como ele tem uma audiência ao redor, da
qual você faz parte porque quer, afinal, você escolheu tudo isso, você
não pode se queixar de nada. E como deixar de assisti-la seria ridículo
diante dos seus colegas e familiares, você segue firme e forte usando
agora o controle remoto para escolher entre os trezentos generosos
canais de programação que preenchem o vazio mental, o vazio das emoções,
e o vazio da ação que você poderia sentir. Esses canais te dão a
impagável sensação de poder de escolha. Na verdade eles não tem muita
graça, tanto que você troca de canal a cada segundo, mas você não
imagina que possa haver algo além disso para ver, lá fora, na vida.
O aparelho que te dá todas as
informações que você não precisa, mas aceita, afinal, do cavalo dado não
se olham os dentes, tornou sua vida mais fácil. Você já sabe o que está
acontecendo, por mais que na sua vida nada de interessante esteja
acontecendo. Por um segundo, surge a dúvida quanto à qualidade dessa
vida, mas dura pouco porque não se deve sofrer perguntando coisas desse
tipo.
Quem sabe um dia, seja você que possa
estar ali aparecendo e você finalmente exista como aquelas pessoas
todas. Você chega a fantasiar uma coisa dessas enquanto a inveja – essa
fixação no que é visível – se instaura em sua intimidade. Enquanto isso,
basta tentar pensar como elas, sentir o que elas sentem, fazer o que
elas fazem. Eles decidirão o que você vê pensando que tem todo o
direito, afinal de contas, você terceirizou o seu olhar e com ele o
pensamento, a emoção e a ação.
Elas decidirão o que você vê, o que você
compra, o deus no qual você deve crer, as músicas que você vai ouvir.
Decidirão o seu voto e o regime de governo que vai reger a sua vida.
Vão te informar de tudo o que eles acham
importante ou conveniente para controlar a sua vida tirando de você a
sensação angustiante da liberdade.
Só não vão te informar que você ficou
cego. E que eles deveriam pagar uma grande indenização por anos e anos
de assédio cognitivos e moral. Os danos éticos e políticos são
irreparáveis.
Então, quando você perceber que
implantaram no seu corpo um olho de vidro, que essa prótese não vai
resolver o seu problema de visão, mas vai iludir a todos de que você
ainda vê, você não conseguirá mais saber que está diante da tela do
aparelho. Pensará que é a realidade.
Morto há tempos diante da tela,
transformado em um zumbi que não pensa, não sente e não age em nome de
mais nada que não seja a ordem teleguiada recebida, você será chamado de
“vidiota” por alguém que, por algum motivo, ficou longe disso tudo. Mas
porque já não consegue entender nada, você parte pra cima dele com a
única coisa que restou na sua vida subjetiva, ódio barato e
agressividade sem fim."
"Pedra, Papel, Tesoura - Contra as diferenças!"
"Pedra, papel e tesoura! Uma linda mensagem contra o bullying e as diferenças. Para estar junto, não é preciso ser igual."
segunda-feira, 14 de março de 2016
8 paródias de Marcelo Adnet
Se você ainda não viu o Chico Buarque de Orlando, corre agora para ver.
Mas não foi nesta semana que Marcelo Adnet começou a mandar muito bem nas paródias.
Ok, as versões de direita dos clássicos do cantor Chico Buarque são maravilhosas. Mas tem muita coisa boa que veio antes.
No Tá no Ar, da Rede Globo, ou no Comédia MTV, Adnet mostrou ser um dos humoristas mais afiados quando o assunto é paródia.
Aí vão algumas das melhores que ele já fez.
1. Lorde Of The Ends - Spoiler (Tá No Ar)
A música Royals, da Lorde, virou um festival de spoilers de todas as séries que você ainda não viu.
2. Musical do Jeitinho Brasileiro (Tá No Ar)
As pequenas corrupções dão a tônica à paródia da música O Que é, O Que É, de Gonzaguinha.
3. Indiretas Já (Comédia MTV)
A paródia de Roda Viva, de Chico Buarque, é recheada de indiretas: à Globo, ao SBT, à Band, à Record e até à própria MTV.
4. Gaiola das Cabeçudas (Comédia MTV)
Cansou de ouvir que funk não é cultura? Tá aí...
5. Rap do PM (Comédia MTV)
6. Proibidão Acústico (Comédia MTV)
Todos os proibidões do funk em versão intimista.
7. Os Travessões - A metáfora do prazer (Comédia MTV)
As palavras "boleiro" e "pagodeiro" são praticamente sinônimos. Adnet juntou as duas usando metáforas do universo marrento do futebol para cantar um relacionamento amoroso.
8. Instapoã (Comédia MTV)
Uma paródia #top de Tarde em Itapoã sobre as celebridades do Instagram.
Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2016/03/10/parodias-marcelo-adnet_n_9427400.html
quinta-feira, 10 de março de 2016
Vídeo: História da URSS em 6 minutos - História Digital
Trata-se de um clipe musical da banda Pig with the face of a boy que conta a história completa da União Soviética (URSS) através dos olhos de um trabalhador humilde com arranjos da melodia de Tetris. É pouco ou quer mais? O resultado foi uma música genial que ironiza a política russa desde a época do Czar, passando pelo regime stalinista e a queda do socialismo, até era Putin. Imperdível! Não deixe de assistir, mesmo que você tenha orientação ideológica marxista. Tetris foi criado na União Soviética, entre 1985 e 1986, por Alexey Pajitnov, Dmitry Pavlovsky e Vadim Gerasimos. Porém, eles tiveram dificuldades em comercializar o jogo visando lucro, pois viviam em um país socialista. O resultado foi uma batalha judicial pelos direitos do jogo que se estende até hoje. A trilha sonora do jogo é uma música do folclore russo chamada korobeiniki e, em sua letra original, conta a história de um vendedor e uma menina.
Fonte: História Digital
terça-feira, 1 de março de 2016
"Jogo leva reflexão sobre direitos humanos para sala de aula" (Porvir)
Em uma sequência de 12 missões, os jogadores desenvolvem estratégias para impedir violações de direitos que aparecem em manchetes fictícias de jornais por Marina Lopes
Como levar o debate sobre direitos humanos para dentro da sala de
aula? Para auxiliar educadores que desejam trabalhar o tema, o Senac São
Paulo e a associação Palas Athena lançaram, na última terça (23), o
jogo Diário de Amanhã.
Com chancela da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a
Ciência e a Cultura), o recurso virtual usa situações cotidianas para
propor a reflexão, discussão e prática dos princípios apresentados
na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A ferramenta surgiu a partir da necessidade de encontrar uma maneira
leve e criativa para debater o assunto, aproximando as discussões da
realidade de adolescentes e jovens. “A Declaração Universal dos Direitos
Humanos é um documento complexo. Quando você lê um artigo, não é muito
fácil transpor para uma situação cotidiana”, explica Regina Paulinelli,
coordenadora da área de tecnologias sociais e desenvolvimento humano
do Senac São Paulo.
O Diário de Amanhã combina interações virtuais na ferramenta e o
trabalho presencial em equipe. Antes de começar a atividade, o educador
deve dividir a turma em cinco equipes. Cada grupo pode criar um nome e
fazer a escolha de um avatar, com opções que contemplam diferentes
visuais, etnias, tons de pele e cabelos.
O jogo inicia com um vídeo explicativo sobre direitos humanos e, em
seguida, as equipes devem responder perguntas em um formato de quiz. A
sugestão da ferramenta é que os alunos façam placas em folhas de papel
para mostrarem a opção escolhida em cada questão. As respostas são
anotadas no jogo e vão somando pontos para os grupos, como uma espécie
de gincana.
Na tentativa de estimular o engajamento dos alunos e trazer uma
abordagem mais contextualizada, a segunda fase do jogo propõe uma
sequência de 12 missões, em que são apresentadas manchetes fictícias que
estariam nas capas dos jornais do dia seguinte. Com notícias ligadas à
violações de direitos, como exploração sexual, bullying e discriminação,
a tarefa dos jogadores é evitar que essas situações aconteçam. Para
isso, eles devem selecionar alternativas com ações que atuam na defesa
dos direitos humanos.
A ideia é mostrar que cada um pode contribuir de alguma forma para a melhoria de determinada situação
De acordo com Paulinelli, nesta fase não existem respostas certas ou
erradas. Conforme cada grupo seleciona suas opções, eles somam pontos
que ao final da atividade demonstram se eles atuaram como cientistas,
ativistas, comunicadores, educadores ou juízes para contribuir com a
solução do problema. “A ideia é mostrar que cada um pode contribuir de
alguma forma para a melhoria de determinada situação”, conta.
Com o intuito de ser viabilizado em qualquer tipo de escola ou
organização, até aquelas que não contam com infraestrutura e
conectividade, o jogo está disponível para download gratuito,
com funcionamento off-line. Para ter acesso ao Diário de Amanhã é
necessário apenas preencher um cadastro na página da instituição.
Fonte: Porvir
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
"4 passos para entender as eleições nos Estados Unidos da América - EUA" (Guia do Estudante)
As eleições presidenciais nos Estados Unidos (EUA) acontecem somente em 8 de novembro, mas a campanha eleitoral já está a todo vapor. Desde o início de fevereiro, os pré-candidatos à sucessão de Barack Obama na Casa Branca estão disputando as primárias, que irão percorrer os 50 estados norte-americanos, além do distrito federal, até junho.
O sistema eleitoral norte-americano é bem diferente do brasileiro, com diversas particularidades – a principal delas é o fato de a escolha para presidente não ser direta. Veja a seguir como funcionam as eleições nos EUA e qual o caminho que um candidato precisa percorrer até chegar à Casa Branca.
1 – Democratas e republicanos
Vamos começar falando sobre quem disputa a eleição. Costuma-se dizer que a política norte-americana é dominada por dois partidos: o republicano, de ideologia conservadora, e o democrata, alinhado com ideais mais progressistas. De fato, são os dois partidos que tradicionalmente disputam o poder. Mas as eleições também envolvem candidatos independentes e de partidos menores. Com visibilidade menor, eles têm acesso restrito ao financiamento de campanha e à participação em debates. Além disso, o sistema de votação indireta limita o crescimento desses candidatos, como você verá mais adiante neste post.
Quem são os pré-candidatos?
|
| Os democratas (principais pré-candidatos):
Hillary Clinton: 68 anos, ex-primeira dama e secretária de Estado.
Bernie Sanders: 74 anos, senador independente por Vermont, autointitula-se “socialista”.
Os republicanos (pré-candidatos):
Donald Trump: 69 anos, ultraconservador magnata do setor imobiliário.
Ted Cruz: 45 anos, senador pelo Texas, de origem cubana.
Marco Rubio: 44 anos, senador pela Flórida, também tem origem cubana.
Ben Carson: 64 anos, neurocirurgião aposentado.
Jeb Bush: 62 anos, ex-governador da Flórida, é irmão do ex-presidente George W. Bush.
John Kasich: 63 anos, governador de Ohio.
|
2 – O que são as primárias?
As primárias são as eleições prévias realizadas em cada um dos 50 estados norte-americanos e no distrito federal, nas quais os partidos escolhem os seus candidatos ao pleito presidencial. Tem direito a voto apenas os cidadãos com registro nos partidos.
A votação é indireta e funciona assim: ao votar em um dos pré-candidatos, o eleitor, na verdade, está definindo os delegados de seu estado que irão participar da convenção nacional do partido, em julho. São essas reuniões que definem o candidato oficial do partido nas eleições presidenciais.
Vamos tentar entender com um exemplo mais concreto: na primária de Iowa, em 1º de fevereiro, Hillary derrotou Sanders com uma vantagem de 0,3%. Assim, Hillary conquistou 23 delegados para a convenção dos democratas. Em tese, esses 23 delegados devem votar em Hillary na convenção. Já Sanders levará 21 delegados de Iowa para essa mesma convenção.
Ao final das primárias, em junho, todos os delegados que terão direito a voto nas convenções partidárias estarão definidos – o número de delegados por estado varia proporcionalmente ao número de habitantes. Em julho, acontecem as convenções de democratas e republicanos, nas quais os delegados oficializam suas escolhas e definem os candidatos de cada partido nas eleições presidenciais de novembro.
A princípio, o candidato que conquista mais delegados nas primárias costuma ser o vencedor. É raro, mas pode acontecer de um delegado levado por Hillary, por exemplo, resolver votar em Sanders na convenção, embaralhando o jogo.
3 – Eleição indireta
Definido os candidatos, começa a disputa eleitoral. O sistema de votação para presidente é similar ao das primárias, baseado na votação indireta para os delegados.
Ao votar para presidente, em novembro, o eleitor norte-americano estará elegendo os delegados de seu estado para compor o Colégio Eleitoral nacional, formado por 538 representantes. Cada estado levará para esta reunião um número de delegados proporcional à sua população – dessa forma, estados mais populosos contam com mais delegados no Colégio Eleitoral.
Na grande maioria dos estados, funciona o sistema “o vencedor leva tudo”. Ou seja, independentemente da margem de vitória, se um candidato vencer na Califórnia, por exemplo, ele levará para o Colégio Eleitoral todos os 55 delegados a que o estado tem direito. As exceções são Maine e Nebraska, onde a representação é proporcional ao número de votos.
Com a definição dos 538 delegados após as eleições, eles se reúnem no Colégio Eleitoral. O candidato que somar pelo menos 270 votos é eleito presidente dos Estados Unidos.
4 – Distorções do sistema
Este sistema particular de votação gera algumas distorções. A principal delas é que nem sempre o candidato que recebe mais votos da população é eleito. Isso acontece por causa desse sistema pelo qual o vencedor em um estado garante todos os delegados, independentemente da margem de diferença. Ou seja, se um candidato obtiver uma vantagem de 0,1% na Califórnia, ele conquistará 55 delegados – mais de 10% da composição total do Colégio Eleitoral. A última vez que o candidato mais votado perdeu foi nas eleições de 2000, quando o republicano George W. Bush derrotou Al Gore no Colégio Eleitoral mesmo conquistando menos votos em nível nacional.
Outro problema desse sistema é que, como dito anteriormente, ele restringe o avanço de candidatos menores no Colégio Eleitoral. Isso porque os candidatos que não conseguem vencer em nenhum estado, ainda que com uma votação popular expressiva, acabam ficando sem representação no Colégio Eleitoral. Por isso, o sistema favorece a polarização entre democratas e republicanos.
Por fim, esse sistema eleitoral escancara uma das maiores contradições entre o discurso e a prática na política norte-americana. Apesar de se autodefinir como “a maior democracia do mundo”, os EUA não permitem que sua população escolha diretamente o presidente do país.
Fonte: Guia do Estudante
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