Este infográfico apresenta como era os conceitos da educação na Grécia Antiga. Aborda a formação política de sociedades como os Sumérios, Egípcios e os Fenícios. Retrata o que era a Pólis grega. Está disponível originalmente na Fundação CECIERJ.
quarta-feira, 21 de setembro de 2022
Revolução Francesa em estilo musical/resumo/exercícios
As duas paródias (os dois primeiros vídeos) ficaram interessantes ao abordar a Revolução Francesa, tanto do ponto de vista das causas, o desenvolvimento e as consequências.
Documentário da History Channel sobre a Revolução Francesa
quinta-feira, 15 de setembro de 2022
segunda-feira, 5 de setembro de 2022
quinta-feira, 25 de agosto de 2022
segunda-feira, 22 de agosto de 2022
segunda-feira, 8 de agosto de 2022
"Iluminismo - Banda Pré-Histórica"
Fonte: Pré-Histórica Canal Oficial
Letra e música de Christian David Machado
BANDA PRÉ-HISTÓRICA
Iluminismo
Compositor: Christian David Machado
Tom: E
(intro) A5 B5 E5 C#5 A5 B5 A5 B5 E5 B5
E5
Movimento filosófico
C#5
Ocorrido na Europa
A5
Que usava a razão
B5
Para explicar o mundo
E5
Trazendo luz
C#5
Para sociedade
A5
Que se encontrava
B5
Nas trevas da ignorância
(refrão)
A5 B5
Contra o absolutismo
E5 C#5
Surge o iluminismo
A5 B5
Fazendo do mundo
E5 C#5
Um lugar melhor
E5
Voltarie e a liberdade
C#5
Locke e o liberalismo
A5
Newton e a gravidade
B5
Descartes e o racionalismo
E5
Foram iluministas
C#5
Com suas teorias
A5
Que para o mundo
B5
Trouxeram melhorias
(base do solo) (A5 B5 A5 B5 E5 )
Os acordes quinta, podem ser substituídos por acordes MAIORES, (menos o C#m) se for utilizado o violão
E – C#m – A – B
sexta-feira, 24 de junho de 2022
segunda-feira, 23 de maio de 2022
"O eterno retorno? A corrupção parece prática imutável, mas adquiriu diferentes sentidos na história nacional." José Murilo de Carvalho
"Nas manchetes dos jornais, os escândalos de corrupção se repetem numa
regularidade quase monótona. Diante de uma aparente crise geral dos
valores éticos e de impunidade institucionalizada, o risco que corremos,
no Brasil de hoje, é entrar num torpor cívico que não nos permita
ultrapassar a pergunta: “E agora?”
Para entender o agora, talvez um bom exercício seja aplicar nossa
perplexidade a uma dimensão maior. A dimensão histórica. Será que a
corrupção de hoje é a mesma que a de há 100 anos? Há mais corrupção hoje
do que antes? Aumentou a corrupção ou aumentou a sua percepção e a
postura diante dela?
Uma seqüência de episódios reforça a impressão de que a corrupção sempre esteve entre nós. No século XIX, os republicanos acusavam o sistema imperial de corrupto e despótico. Em 1930, a Primeira República e seus políticos foram chamados de carcomidos. Getulio Vargas foi derrubado em 1954 sob acusação de ter criado um mar de lama no Catete. O golpe de 1964 foi dado em nome da luta contra a subversão e a corrupção. A ditadura militar chegou ao fim sob acusações de corrupção, despotismo, desrespeito pela coisa pública. Após a redemocratização, Fernando Collor foi eleito em 1989 com a promessa de combater a corrupção e foi expulso do poder acusado de fazer o que condenou. Nos últimos anos, as denúncias proliferam, atingindo todos os poderes e instituições da República e a própria sociedade.
Mas antes de considerar estes fatos como indícios de um eterno retorno, convém lembrar que o sentido do termo mudou ao longo do tempo. Ao falar de corrupção ao final do Império, nenhum republicano queria dizer que D. Pedro II era corrupto. Pelo contrário: se reconheciam nele uma virtude, era a da correção pessoal. Do mesmo modo, em 1930, quando os revoltosos qualificavam de carcomidos os políticos da Velha República, não queriam dizer que eram ladrões. Nos dois casos, a acusação era dirigida ao sistema, não às pessoas. Corruptos eram os sistemas, monárquico ou republicano, por serem, na visão dos acusadores, despóticos, oligárquicos, e não promoverem o bem público.
A partir de 1945, houve uma alteração no sentido que se dava à corrupção. Entrou em cena o udenismo. A oposição a Getulio Vargas, comandada pelos políticos da União Democrática Nacional (UDN), voltou suas baterias contra a corrupção individual, contra a falta de moralidade das pessoas. Corruptos passaram a ser os indivíduos – os políticos getulistas, o próprio Vargas. Foram também indivíduos que serviram de justificativa ao golpe de 1964 e mais tarde inspiraram o grito de guerra de Collor, personificados na figura dos marajás, a serem caçados.
O termo corrupção é, portanto, ambíguo. Podemos evitá-lo, recorrendo ao de transgressão. Esta palavra é menos escorregadia: transgredir é desrespeitar, violar, infringir. Quem transgride, transgride alguma coisa definível – uma lei, um valor, um costume. Além disso, a transgressão é valorativamente neutra. Não há boa corrupção, a não ser na visão de políticos como Ademar de Barros (1901-1969), que se vangloriava de fazer, mesmo que roubando. Há, no entanto, a boa transgressão. Toda corrupção é transgressão, mas nem toda transgressão é corrupção.(...)"
Continue lendo na: Revista de História da Biblioteca Nacional
Uma seqüência de episódios reforça a impressão de que a corrupção sempre esteve entre nós. No século XIX, os republicanos acusavam o sistema imperial de corrupto e despótico. Em 1930, a Primeira República e seus políticos foram chamados de carcomidos. Getulio Vargas foi derrubado em 1954 sob acusação de ter criado um mar de lama no Catete. O golpe de 1964 foi dado em nome da luta contra a subversão e a corrupção. A ditadura militar chegou ao fim sob acusações de corrupção, despotismo, desrespeito pela coisa pública. Após a redemocratização, Fernando Collor foi eleito em 1989 com a promessa de combater a corrupção e foi expulso do poder acusado de fazer o que condenou. Nos últimos anos, as denúncias proliferam, atingindo todos os poderes e instituições da República e a própria sociedade.
Mas antes de considerar estes fatos como indícios de um eterno retorno, convém lembrar que o sentido do termo mudou ao longo do tempo. Ao falar de corrupção ao final do Império, nenhum republicano queria dizer que D. Pedro II era corrupto. Pelo contrário: se reconheciam nele uma virtude, era a da correção pessoal. Do mesmo modo, em 1930, quando os revoltosos qualificavam de carcomidos os políticos da Velha República, não queriam dizer que eram ladrões. Nos dois casos, a acusação era dirigida ao sistema, não às pessoas. Corruptos eram os sistemas, monárquico ou republicano, por serem, na visão dos acusadores, despóticos, oligárquicos, e não promoverem o bem público.
A partir de 1945, houve uma alteração no sentido que se dava à corrupção. Entrou em cena o udenismo. A oposição a Getulio Vargas, comandada pelos políticos da União Democrática Nacional (UDN), voltou suas baterias contra a corrupção individual, contra a falta de moralidade das pessoas. Corruptos passaram a ser os indivíduos – os políticos getulistas, o próprio Vargas. Foram também indivíduos que serviram de justificativa ao golpe de 1964 e mais tarde inspiraram o grito de guerra de Collor, personificados na figura dos marajás, a serem caçados.
O termo corrupção é, portanto, ambíguo. Podemos evitá-lo, recorrendo ao de transgressão. Esta palavra é menos escorregadia: transgredir é desrespeitar, violar, infringir. Quem transgride, transgride alguma coisa definível – uma lei, um valor, um costume. Além disso, a transgressão é valorativamente neutra. Não há boa corrupção, a não ser na visão de políticos como Ademar de Barros (1901-1969), que se vangloriava de fazer, mesmo que roubando. Há, no entanto, a boa transgressão. Toda corrupção é transgressão, mas nem toda transgressão é corrupção.(...)"
Continue lendo na: Revista de História da Biblioteca Nacional
sexta-feira, 6 de maio de 2022
Livro - "O Conde de Monte Cristo" Alexandre Dumas (Clássicos Ilustrados) e Filme - "O Conde de Monte Cristo"
Por que ler o Conde de Monte Cristo?
O Conde de Monte Cristo é inspiração para muitas histórias contemporâneas, sendo as mais recentes a série Revenge e a novela Avenida Brasil. A premissa é sempre a mesma: O protagonista sofre injustamente e volta anos depois, completamente irreconhecível e rico para se vingar.
Ao parar na Ilha de Elba, atendendo ao pedido de seu moribundo capitão, o imediato Dantes se vê emaranhado numa intriga política envolvendo a volta ao poder de Napoleão Bonaparte. E, sem ter a mínima idéia do que está acontecendo, vai preso por isso. Pessoas tentam, diariamente, envolver os outros em intrigas e armações, especialmente na base das fofocas.
Contexto: O Conde de Monte Cristo” tem como cenário a França nas primeiras décadas do século XIX, e narra a história de Edmond Dantes, um jovem humilde, porém feliz com o pouco que tinha. Edmond Dantes é um marinheiro que após meses viajando a bordo do Faraó retorna para reencontrar o pai e a noiva, Mercedes Herrera.
Fonte: Dois expressos
quinta-feira, 5 de maio de 2022
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