Fonte: Leitura ObrigaHistória
domingo, 8 de julho de 2018
quarta-feira, 20 de junho de 2018
"Toda escolha implica perda | Leandro Karnal"
Fonte: Provocações Filosóficas
◼️ Toda escolha implica perda | Leandro Karnal
◼️ Fonte Original: XVII CONAFISCO - Congresso Nacional do Fisco
Estadual e Distrital da Fenafisco - no dia 28/11/2016 em Belém - PA
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quarta-feira, 2 de maio de 2018
segunda-feira, 16 de abril de 2018
"15 ilustrações fantásticas" Pensar Contemporâneo
15 ilustrações brutalmente honestas

Adaptado de Rincón Psicología
Existem
realidades que doem. E é por isso que preferimos olhar para o outro
lado. Fingir que eles não existem, com a secreta esperança de que elas
desapareçam enquanto preenchemos nossa mente com outras coisas, menos
importantes, mas também menos desconfortáveis.
No entanto, quando
“não pensar” se torna a palavra de ordem, temos um problema. Tanto
pessoal como social. Sócrates havia dito séculos atrás: “Só existe um
bem: o conhecimento. Existe apenas um mal: a ignorância “.
Pawel
Kuczynski, um ilustrador de origem polonesa que ganhou 92 prêmios
nacionais e internacionais por seu trabalho, é uma daquelas pessoas que
não olham para o outro lado. Suas ilustrações não deixam indiferentes
aqueles que têm um mínimo de sensibilidade e um olho afiado o suficiente
para capturar o que acontece na sociedade.
Seus traços são
extremamente reveladores, eles trazem os mesmos demônios internos dos
quais não queremos tomar nota de que as relações líquidas que não
contribuem para nada, a dependência da tecnologia e as formas sutis, mas
terríveis de manipulação social a que estamos sujeitos, às vezes sem
perceber, às vezes com um consentimento sutil.
Talvez o que mais
nos impressiona em seu trabalho seja que suas imagens são tão reais
quanto a própria vida, são aquelas outras faces que normalmente não
vemos ou que não queremos ver. De fato, o próprio artista disse: “Eu me
considero um observador de tudo que acontece ao meu redor”.

1.
Pense sozinho. Pesquise, investigue, leia … Se você não o fizer, alguém
o fará em seu lugar, ensinando o que pensar, dizer e até mesmo sentir.
Lembre-se de que educar não é encher a mente, mas libertá-la de seus
vínculos e que, muitas vezes, o aprendizado mais duradouro e profundo
são aqueles que fazemos sozinhos.

2.
Mais e mais conectados, mas também mais sozinhos. As redes sociais
“satisfazem” nossa imperiosa necessidade de escapar da solidão, mas,
contraditoriamente, fazem de nós uma ilha trancada em nós mesmos.
Enquanto elas nos encorajam a nos conectar, elas tiram nossas
habilidades sociais. Enquanto espantam o fantasma da marginalização,
isolam-nos dos que nos rodeiam.

3.
“A televisão pode nos dar muitas coisas, exceto o tempo para pensar”,
disse Bernice Buresh e Fellini, dando mais um passo afirmando que “a
televisão é o espelho que reflete a derrota de todo o nosso sistema
cultural”.

4.
Existem relacionamentos tóxicos que nos prejudicam muito, mas mesmo
assim, continuamos a mantê-los. Talvez por hábito, por medo de não
encontrar mais ninguém, por simples dependência …

5.
“Quem detém o celular como símbolo de poder está declarando ao mundo
inteiro sua condição desesperada como subordinado”, disse Zygmunt
Bauman. Temos certeza de que usamos o celular ou a tecnologia que nos
usa? Às vezes a linha é tão sutil que desaparece.

6.
Há um novo Deus e uma nova verdade, que é compartilhada na Internet e
impõe tecnologia, em torno da qual acabou transformando nossas vidas.
Essa nova realidade alternativa acaba suplantando as relações no mundo
real, servindo como alimento, muitas vezes de pouco valor, para
satisfazer nossa fome de conhecimento e intimidade.

7.
Ser a ovelha negra não é ruim, apenas implica pensar ou agir de forma
diferente. De fato, Marc Twain nos alertou: “Toda vez que você se
encontra do lado da maioria, é hora de parar e refletir.” E Albert
Einstein disse: “A pessoa que acompanha a multidão normalmente não vai
além da multidão, a pessoa que anda sozinha provavelmente chegará a
lugares onde ninguém esteve antes.” Você decide.

8.
A falsa sensação de liberdade alimentada pela sociedade que o escritor
Étienne de La Boétie já havia nos alertado no século XVI, explicando que
o princípio supremo dos novos tempos era que as pessoas tinham a
“liberdade” de fazer o que eles devem. Pouco mudou nos últimos séculos.

9.
“A Internet é projetada para nos dar mais do mesmo, qualquer que seja o
mesmo, não importa o que é mais importante, e também para ficar preso
ao que é diferente, tudo o que é diferente”, disse Bauman. Em uma época
em que todos olham para baixo, quem olha além de tentar ver o horizonte
pode se tornar um problema a ser erradicado.

10.
A sensação de falsa segurança alimentada pela sociedade que Bauman já
havia nos alertado quando disse: “A incerteza, a principal causa da
insegurança, é o instrumento mais decisivo de poder”. Eles nos vendem
segurança como um remédio, enquanto nos roubam nosso verdadeiro valor,
deixando-nos a enfrentar riscos sem estarmos preparados.

11.
Relações líquidas, um amor que conectamos e desconectamos com extrema
velocidade e com a mesma facilidade com que trocamos camisas. É sobre
esse amor líquido que procuramos não sentir a solidão e a insegurança,
mas em que não estamos dispostos a investir mais do que o mínimo esforço
e o menor sacrifício possível.
12.
O cerco de tecnologia, chamadas, mensagens recebidas, notificações e
e-mails se tornam perigos que nos assediam, colocando nossa atenção sob
controle, impedindo-nos de relaxar.
13.
Carlos Catañeda disse: “Enquanto você se sente a coisa mais importante
do mundo, você não pode verdadeiramente apreciar o mundo ao seu redor,
você é como um cavalo com vendas: você só se vê, alheio a todo o resto”.
Internet, e especialmente redes sociais, geram esse efeito
aterrorizante, impedindo-nos de apreciar as coisas e as pessoas ao nosso
redor.

14.
O confessionário das redes sociais, onde a ruptura entre o privado e o
público é clara. Para dizer de Bauman: “o espaço público é onde ocorre a
confissão de segredos e intimidades particulares”. A linha divisória
entre os dois mundos foi obscurecida, esvaziando o sentido público de
significado e subtraindo o poder de unir as pessoas ao privado.
15. “A vocação do político de carreira é tornar cada solução um
problema”, disse Woody Allen, mas não podemos esperar mais nada em uma
sociedade que confia seu governo nas mãos de pessoas que se prepararam
em uma cadeia para não ter voz ou ideias próprias.
Fonte: Pensar Contemporâneo
quarta-feira, 4 de abril de 2018
" Martin Luther King, “I have a dream”, discurso na íntegra e traduzido." - História Online
Na manhã de 4 de abril de 1968, em Memphis, Tennesee, Martin Luther
King foi assassinado. Anos antes, em 28 de agosto de 1963, King proferiu
seu famoso discurso “I have a dream” em Washington aos pés da estátua
do presidente Lincoln.
Segue aqui o discurso traduzido na íntegra.
“Estou feliz por estar hoje com vocês num evento que entrará para a
história como a maior demonstração pela liberdade na história de nosso
país.
Há cem anos, um grande Americano (referência a Lincoln), sob cuja
simbólica sombra nos encontramos, assinou a Proclamação da Emancipação.
Esse decreto fundamental foi como um grande raio de luz de esperança
para milhões de escravos negros que tinham sido marcados a ferro nas
chamas de uma vergonhosa injustiça. Veio como uma aurora feliz para pôr
fim à longa noite de cativeiro.
Mas, cem anos mais tarde, devemos encarar a trágica realidade de que o
negro ainda não é livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro está
ainda infelizmente dilacerada pelas algemas da segregação e pelas
correntes da discriminação.
Cem anos mais tarde, o negro ainda vive numa ilha isolada de pobreza
no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais
tarde, o negro ainda definha nas margens da sociedade americana estando
exilado em sua própria terra. Por isso, encontramo-nos aqui hoje para
dramatizar essa terrível condição.
De certo modo, viemos à capital do nosso país para descontar um
cheque. Quando os arquitetos da nossa república escreveram as magníficas
palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam a
assinar uma nota promissória da qual todo americano seria herdeiro.
Essa nota foi uma promessa de que todos os homens teriam garantia aos
direitos inalienáveis de “vida, liberdade e à procura de felicidade”.
É óbvio que a América de hoje ainda não pagou essa nota promissória
no que concerne aos seus cidadãos de cor. Em vez de honrar esse
compromisso sagrado, a América entregou ao povo negro um cheque inválido
devolvido com a seguinte inscrição: “Saldo insuficiente”.
Porém recusamo-nos a acreditar que o banco da justiça abriu falência.
Recusamo-nos a acreditar que não haja dinheiro suficiente nos grandes
cofres de oportunidade desse país. Então viemos para descontar esse
cheque, um cheque que nos dará à vista as riquezas da liberdade e a
segurança da justiça.
Viemos também para este lugar sagrado para lembrar à América da clara
urgência do agora. Não é hora de se dar ao luxo de procrastinar ou de
tomar o remédio tranquilizante do gradualismo. Agora é tempo de tornar
reais as promessas da democracia.
Agora é hora de sair do vale escuro e desolado da segregação para o
caminho iluminado da justiça racial. Agora é hora [aplausos] de retirar a
nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a sólida
rocha da fraternidade. Agora é hora de transformar a justiça em
realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação não levar a sério a urgência desse momento.
Esse verão sufocante da insatisfação legítima do negro não passará até
que chegue o revigorante outono da liberdade e igualdade. Mil novecentos
e sessenta e três não é um fim, mas um começo. E aqueles que creem que o
negro só precisava desabafar e que agora ficará sossegado, acordarão
sobressaltados se o país voltar ao ritmo normal.
Não haverá nem descanso nem tranquilidade na América até o negro
adquirir seus direitos como cidadão. Os turbilhões da revolta
continuarão a sacudir os alicerces do nosso país até que o
resplandecente dia da justiça desponte.
Há algo, porém, que devo dizer a meu povo, que se encontra no
caloroso limiar que conduz ao palácio da justiça: no processo de ganhar o
nosso legítimo lugar não devemos ser culpados de atos errados. Não
tentemos satisfazer a sede de liberdade bebendo da taça da amargura e do
ódio. Devemos sempre conduzir nossa luta no nível elevado da dignidade e
disciplina.
Não devemos deixar que o nosso protesto criativo se degenere na
violência física. Repetidas vezes, teremos que nos erguer às alturas
majestosas para encontrar a força física com a força da alma.
Esta nova militância maravilhosa que engolfou a comunidade negra não
nos deve levar a desconfiar de todas as pessoas brancas, pois muitos dos
irmãos brancos, como se vê pela presença deles aqui, hoje, estão
conscientes de que seus destinos estão ligados ao nosso destino.
E estão conscientes de que sua liberdade está intrinsicamente ligada à
nossa liberdade. Não podemos caminhar sozinhos. À medida que
caminhamos, devemos assumir o compromisso de marcharmos em frente. Não
podemos retroceder.
Há quem pergunte aos defensores dos direitos civis: “Quando é que
ficarão satisfeitos?” Não estaremos satisfeitos enquanto o negro for
vítima dos indescritíveis horrores da brutalidade policial. Jamais
poderemos estar satisfeitos enquanto os nossos corpos, cansados com as
fadigas da viagem, não conseguirem ter acesso aos hotéis de beira de
estrada e das cidades.
Não poderemos estar satisfeitos enquanto a mobilidade básica do negro
for passar de um gueto pequeno para um maior. Não podemos estar
satisfeitos enquanto nossas crianças forem destituídas de sua
individualidade e privadas de sua dignidade por placas onde se lê
“somente para brancos”.
Não poderemos estar satisfeitos enquanto um negro no Mississippi não
puder votar e um negro em Nova Iorque achar que não há nada pelo qual
valha a pena votar. Não, não, não estamos satisfeitos e só estaremos
satisfeitos quando “a justiça correr como a água e a retidão como uma
poderosa corrente”.
Eu sei muito bem que alguns de vocês chegaram aqui após muitas
dificuldades e tribulações. Alguns de vocês acabaram de sair de pequenas
celas de prisão. Alguns de vocês vieram de áreas onde a sua procura de
liberdade lhes deixou marcas provocadas pelas tempestades de perseguição
e pelos ventos da brutalidade policial.
Vocês são veteranos do sofrimento criativo. Continuem a trabalhar com
a fé de que um sofrimento injusto é redentor. Voltem para o
Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul,
voltem para a Geórgia, voltem para Luisiana, voltem para as favelas e
guetos das nossas modernas cidades, sabendo que, de alguma forma, essa
situação pode e será alterada. Não nos embrenhemos no vale do desespero.
Digo-lhes hoje, meus amigos, que, apesar das dificuldades e
frustrações do momento, eu ainda tenho um sonho. É um sonho
profundamente enraizado no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia essa nação levantar-se-á e viverá o
verdadeiro significado da sua crença: “Consideramos essas verdades como
auto-evidentes que todos os homens são criados iguais.”
Eu tenho um sonho que um dia, nas montanhas rubras da Geórgia, os
filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos descendentes de
donos de escravos poderão sentar-se juntos à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia mesmo o estado do Mississippi, um estado
desértico sufocado pelo calor da injustiça, e sufocado pelo calor da
opressão, será transformado num oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em
uma nação onde não serão julgados pela cor da pele, mas pelo conteúdo do
seu caráter. Eu tenho um sonho hoje.
Eu tenho um sonho que um dia o estado do Alabama, com seus racistas
cruéis, cujo governador cospe palavras de “interposição” e “anulação”,
um dia bem lá no Alabama meninos negros e meninas negras possam dar-se
as mãos com meninos brancos e meninas brancas, como irmãs e irmãos. Eu
tenho um sonho hoje.
Eu tenho um sonho que um dia “todos os vales serão elevados, todas as
montanhas e encostas serão niveladas; os lugares mais acidentados se
tornarão planícies e os lugares tortuosos se tornarão retos e a glória
do Senhor será revelada e todos os seres a verão conjuntamente”.
Essa é a nossa esperança. Essa é a fé com a qual eu regresso ao Sul.
Com essa fé nós poderemos esculpir na montanha do desespero uma pedra de
esperança. Com essa fé poderemos transformar as dissonantes discórdias
do nosso país em uma linda sinfonia de fraternidade.
Com essa fé poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos,
ser presos juntos, defender a liberdade juntos, sabendo que um dia
haveremos de ser livres. Esse será o dia, esse será o dia quando todos
os filhos de Deus poderão cantar com um novo significado:
Meu país é teu, doce terra da liberdade, de ti eu canto.
Terra onde morreram meus pais, terra do orgulho dos peregrinos, que de cada lado das montanhas ressoe a liberdade!
E se a América quiser ser uma grande nação, isso tem que se tornar realidade.
E que a liberdade ressoe então do topo das montanhas mais prodigiosas de Nova Hampshire.
Que a liberdade ressoe das poderosas montanhas de Nova Iorque.
Que a liberdade ressoe das elevadas montanhas Allegheny da Pensilvânia.
Que a liberdade ressoe dos cumes cobertos de neve das montanhas Rochosas do Colorado.
Que a liberdade ressoe dos picos curvos da Califórnia.
Mas não só isso; que a liberdade ressoe da montanha Stone da Geórgia.
Que a liberdade ressoe da montanha Lookout do Tennessee.
Que a liberdade ressoe de cada montanha e de cada pequena elevação do Mississippi. Que de cada encosta a liberdade ressoe.
E quando isso acontecer, quando permitirmos que a liberdade ressoe,
quando a deixarmos ressoar de cada vila e cada lugar, de cada estado e
cada cidade, seremos capazes de fazer chegar mais rápido o dia em que
todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios,
protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar as palavras da
antiga canção religiosa negra:
Finalmente livres! Finalmente livres!
Graças a Deus Todo Poderoso, somos livres, finalmente.”
Para a versão completa em inglês, clique aqui (áudio também disponível).
Fonte: História Online
quinta-feira, 29 de março de 2018
"MAPA ANIMADO: surgimento e origem das cinco maiores religiões" História Online
O canal do site Business Insider no Youtube publicou um vídeo de dois minutos e meio com um mapa animado sobre a origem e a expansão das cinco maiores religiões mundiais.
Fonte: História Online
domingo, 25 de março de 2018
"Controle da mídia, de Noam Chomsky" - Canal Leitura ObrigaHISTÓRIA
Fonte: Canal Leitura ObrigaHISTÓRIA
O vídeo de hoje é sobre um dos muitos livros deste que é um dos maiores intelectuais do século XX: Noam Chomsky.
O link sobre o qual falei no vídeo
10 estratégias de manipulação em massa utilizadas diariamente contra você: http://yogui.co/10-estrategias-de-man...
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terça-feira, 20 de março de 2018
domingo, 11 de março de 2018
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
"Animação: O sonho americano"
"O Sonho Americano é uma animação de 30 minutos, que mostra como você
foi enganado pelos elementos mais básicos do nosso sistema de governo.
Todos nós, nos esforçamos para o sonho americano, e esse filme mostra
por que seu sonho está ficando cada vez mais distante. Você sabe como o
dinheiro é criado? Ou como funciona os bancos? A inflação? E como ela
afeta você todos os dias?"
Fonte: Provocações Filosóficas
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
"A felicidade no mundo moderno | Provocações Filosóficas"
Fonte: Provocações Filosóficas
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Vídeos usados.
https://youtu.be/e9dZQelULDk Happiness
https://youtu.be/A-rEb0KuopI In The Fall
https://youtu.be/UxvNx_ooAwY A lonely woman goes to the 'lost and found' every day.
https://youtu.be/VASywEuqFd8 Moby & The Void Pacific Choir
https://youtu.be/WfGMYdalClU MAN
https://youtu.be/dLa18fJZp_M Stone Age
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
"Inconfidência Mineira - Banda Pré-Histórica"
Fonte: Pré-Histórica Canal Oficial
Letra e Música de Christian David Machado
Depois de tanto tempo, fora descoberto
Ouro e diamantes em solo brasileiro
Impostos como o Quinto, também a Derrama
Revoltaram a Elite, a conspirar contra a Coroa
Criação de indústrias, hospitais e escolas
Fundando uma República em Minas Gerais
Seria tudo "perfeito", mas nem aconteceu
Na Devassa 34, mas só um morreu!!
Tiradentes
Uma Inconfidência, Revolta em Minas
Uma Inconfidência, O povo fica de lado
Uma Inconfidência, alguns condenados
O "menor" é enforcado, e seu corpo foi
Esquartejado
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
"Artistas criam ilustrações chocantes para criticar a sociedade moderna"
"Os cartunistas romenos Petry e Crisan
estão fazendo barulho na internet. A dupla divulgou recentemente uma
coleção de ilustrações impressionantes que criticam vários assuntos
polêmicos da sociedade moderna, como guerras, política, imoralidade e
desrespeito aos direitos humanos.
De acordo com uma publicação no site
Bored Panda, os artistas já receberam inúmeros prêmios pelos seus
trabalhos, mas o principal objetivo de ambos continua sendo fazer com
que as pessoas deem mais atenção para tópicos importantes de suas vidas.
Confira abaixo alguns desenhos da dupla, junto com seus títulos
devidamente traduzidos. Caso tenha interesse, é possível comprar as obras impressas através do site oficial dos romenos."
Fonte: Pensador Anônimo
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
"As ilustrações de Gunduz Aghayev"
Gunduz Aghayev
é um ilustrador que traz questões sociais um tanto polêmicas à tona com
seus desenhos, onde mostra a grande massa sofrendo influências dos que
estão no poder, por exemplo:
Fonte: O verso do inverso
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
"Como trabalhar com CINEMA como fonte - Fontes Históricas" - Leitura ObrigaHISTÓRIA
(...) No vídeo de hoje falamos sobre o uso de
cinema como fonte histórica. O vídeo é apenas introdutório, obviamente:
para aprofundar os temas, seria necessária uma grande imersão na vasta
bibliografia sobre o tema.
A bibliografia deste vídeo em particular está
descrita abaixo:
BIBLIOGRAFIA
"História e Cinema", de Alexandre Busko Valim, presente no livro "Novos
domínios da História", organizado por Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo
Vainfas.
"A História depois do papel", de Marcos Napolitano, presente no livro
"Fontes Históricas".
O livro "A cultura da mídia", de Douglas Kellner.
Matérias sobre a relação entre os 300 de Esparta, Guerra no Iraque e
extrema-direita (todas em inglês):
http://wapo.st/2kg0K4j
http://bit.ly/2CptCP8
http://bit.ly/2AX39vU
http://bit.ly/2Cqjqpc
http://bit.ly/2CoZP9d
http://bit.ly/2opIQ4r
Curiosamente, um dia depois de programarmos esse vídeo no YouTube,
Leandro Karnal fez uma postagem em sua página do Facebook comentando
sobre uma palestra que ele proferiu há alguns anos onde falava
exatamente sobre as interpretações políticas à partir do filme 300.
É
apenas uma postagem de Facebook, mas você pode ter uma noção um pouco
melhor tanto da discussão quanto das polêmicas que surgem por conta
dela: http://bit.ly/2yJB4Cf
CONHEÇA NOSSA LOJA, A OBRIGASTORE
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Fonte: Leitura ObrigaHISTÓRIA
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
O "economicismo" e a manutenção de privilégios no Brasil - Leitura ObrigaHISTÓRIA
"Salve, espectadores. O vídeo de hoje discute o conceito de
"economicismo", no que concerne a uma forma de enxergar os problemas da
sociedade a partir de um prisma puramente econômico, e mostra em termos
gerais como se dá a manutenção de privilégios na sociedade brasileira.
Este vídeo está plenamente ancorado na introdução do livro "A ralé
brasileira", do sociólogo brasileiro Jessé Souza.
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quarta-feira, 15 de novembro de 2017
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