quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

"4 passos para entender as eleições nos Estados Unidos da América - EUA" (Guia do Estudante)

eleicoes-eua
(Imagem: iStock)
As eleições presidenciais nos Estados Unidos (EUA) acontecem somente em 8 de novembro, mas a campanha eleitoral já está a todo vapor. Desde o início de fevereiro, os pré-candidatos à sucessão de Barack Obama na Casa Branca estão disputando as primárias, que irão percorrer os 50 estados norte-americanos, além do distrito federal, até junho.
O sistema eleitoral norte-americano é bem diferente do brasileiro, com diversas particularidades – a principal delas é o fato de a escolha para presidente não ser direta. Veja a seguir como funcionam as eleições nos EUA e qual o caminho que um candidato precisa percorrer até chegar à Casa Branca.
1 – Democratas e republicanos
(imagem: iStock)
(imagem: iStock)
Vamos começar falando sobre quem disputa a eleição. Costuma-se dizer que a política norte-americana é dominada por dois partidos: republicano, de ideologia conservadora, e o democrata, alinhado com ideais mais progressistas. De fato, são os dois partidos que tradicionalmente disputam o poder. Mas as eleições também envolvem candidatos independentes e de partidos menores. Com visibilidade menor, eles têm acesso restrito ao financiamento de campanha e à participação em debates. Além disso, o sistema de votação indireta limita o crescimento desses candidatos, como você verá mais adiante neste post.
Quem são os pré-candidatos?
Os democratas (principais pré-candidatos):
Hillary Clinton: 68 anos, ex-primeira dama e secretária de Estado.
Bernie Sanders: 74 anos, senador independente por Vermont, autointitula-se “socialista”.
Os republicanos (pré-candidatos):
Donald Trump: 69 anos, ultraconservador magnata do setor imobiliário.
Ted Cruz: 45 anos, senador pelo Texas, de origem cubana.
Marco Rubio: 44 anos, senador pela Flórida, também tem origem cubana.
Ben Carson: 64 anos, neurocirurgião aposentado.
Jeb Bush: 62 anos, ex-governador da Flórida, é irmão do ex-presidente George W. Bush.
John Kasich: 63 anos, governador de Ohio.

2 – O que são as primárias?
Illustration with word cloud on the Caucus in the US.
(imagem: iStock)
As primárias são as eleições prévias realizadas em cada um dos 50 estados norte-americanos e no distrito federal, nas quais os partidos escolhem os seus candidatos ao pleito presidencial. Tem direito a voto apenas os cidadãos com registro nos partidos.
A votação é indireta e funciona assim: ao votar em um dos pré-candidatos, o eleitor, na verdade, está definindo os delegados de seu estado que irão participar da convenção nacional do partido, em julho. São essas reuniões que definem o candidato oficial do partido nas eleições presidenciais.
Vamos tentar entender com um exemplo mais concreto: na primária de Iowa, em 1º de fevereiro, Hillary derrotou Sanders com uma vantagem de 0,3%. Assim, Hillary conquistou 23 delegados para a convenção dos democratas. Em tese, esses 23 delegados devem votar em Hillary na convenção. Já Sanders levará 21 delegados de Iowa para essa mesma convenção.
Ao final das primárias, em junho, todos os delegados que terão direito a voto nas convenções partidárias estarão definidos – o número de delegados por estado varia proporcionalmente ao número de habitantes. Em julho, acontecem as convenções de democratas e republicanos, nas quais os delegados oficializam suas escolhas e definem os candidatos de cada partido nas eleições presidenciais de novembro.
A princípio, o candidato que conquista mais delegados nas primárias costuma ser o vencedor. É raro, mas pode acontecer de um delegado levado por Hillary, por exemplo, resolver votar em Sanders na convenção, embaralhando o jogo.
3 – Eleição indireta
Eleitores acompanham as primárias das eleições presidenciais de 2012, no EUA (imagem: iStock)
Eleitores acompanham as primárias das eleições presidenciais de 2012, no EUA (imagem: iStock)
Definido os candidatos, começa a disputa eleitoral. O sistema de votação para presidente é similar ao das primárias, baseado na votação indireta para os delegados.
Ao votar para presidente, em novembro, o eleitor norte-americano estará elegendo os delegados de seu estado para compor o Colégio Eleitoral nacional, formado por 538 representantes. Cada estado levará para esta reunião um número de delegados proporcional à sua população – dessa forma, estados mais populosos contam com mais delegados no Colégio Eleitoral.
Na grande maioria dos estados, funciona o sistema “o vencedor leva tudo”. Ou seja, independentemente da margem de vitória, se um candidato vencer na Califórnia, por exemplo, ele levará para o Colégio Eleitoral todos os 55 delegados a que o estado tem direito. As exceções são Maine e Nebraska, onde a representação é proporcional ao número de votos.
Com a definição dos 538 delegados após as eleições, eles se reúnem no Colégio Eleitoral. O candidato que somar pelo menos 270 votos é eleito presidente dos Estados Unidos.
4 – Distorções do sistema
(imagem: iStock)
(imagem: iStock)
Este sistema particular de votação gera algumas distorções. A principal delas é que nem sempre o candidato que recebe mais votos da população é eleito. Isso acontece por causa desse sistema pelo qual o vencedor em um estado garante todos os delegados, independentemente da margem de diferença. Ou seja, se um candidato obtiver uma vantagem de 0,1% na Califórnia, ele conquistará 55 delegados – mais de 10% da composição total do Colégio Eleitoral. A última vez que o candidato mais votado perdeu foi nas eleições de 2000, quando o republicano George W. Bush derrotou Al Gore no Colégio Eleitoral mesmo conquistando menos votos em nível nacional.
Outro problema desse sistema é que, como dito anteriormente, ele restringe o avanço de candidatos menores no Colégio Eleitoral. Isso porque os candidatos que não conseguem vencer em nenhum estado, ainda que com uma votação popular expressiva, acabam ficando sem representação no Colégio Eleitoral. Por isso, o sistema favorece a polarização entre democratas e republicanos.
Por fim, esse sistema eleitoral escancara uma das maiores contradições entre o discurso e a prática na política norte-americana. Apesar de se autodefinir como “a maior democracia do mundo”, os EUA não permitem que sua população escolha diretamente o presidente do país.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

PNE/PEE/PME: Mais de 4 mil planos municipais podem ser baixados gratuitamente

O portal Planejando a Próxima Década oferece os planos municipais de educação de todo o país para consulta. Mais de 4 mil planos estão disponíveis para leitura/conhecimento/acompanhar e cobrar.

Para abrir diretamente a página em que é possível baixar os documentos, acesse o site. Para visualizar as leis, clique em um estado no mapa do Brasil que aparecerá na tela. Na nova janela, selecione o município de interesse. Será iniciado o download do arquivo em formato pdf.

 
Estado do Ceará
Brasil e os Planos Estaduais/Municipais

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

"Vida Moderna" Artista Britânico John Holcroft

"O ilustrador britânico John Holcroft criou uma série de ilustrações ao estilo retrô combinadas a uma crítica à sociedade moderna. O foco de suas obras abordam de tudo, desde a obsessão com mídias sociais e tecnologia até o papel da mídia no aumento da obesidade, a influência dos bancos, as alianças que se tornam prisões, o excesso de consumo e… a política.
Confira as imagens e tente (apenas tente) não se identificar:"

















Fonte: UpdateorDie

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

"Como seria a Terra se os dinossauros ainda existissem?"




"Imagine um Velociraptor no seu quintal, você passeando nas costas de um triceratopes, ou criar talvez pterossauro em viveiro particular. Pode parecer bobagem, ou recriação das ficções hollywoodianas. Pesquisadores tentam imaginar o mundo sem a extinção dos dinossauros em função da queda do tal cometa a 65 milhões de anos atrás.Se é a verdade por trás do desaparecimento dos grandes répteis, é a teoria mais aceita. Segundo alguns cientistas caso nos desenvolvêssemos, em meio a esses lagartos famintos, nossa evolução  teria tomado outro rumo. Talvez tivéssemos grandes garras , e pernas mais musculosas para nos valermos delas para fuga.Outras possibilidades mostram que os homens criariam técnicas para dar fim as feras que representassem maior perigo a espécie humana, Se levamos inúmeras espécies a extinção, sem ter essa finalidade, imagine nos vendo obrigados para sobreviver. Pode ser também que nos adaptássemos a convivência "pacífica" tolerando-os. Outra possibilidade é a de nós sermos extintos mesmo antes que tivéssemos a chance de evoluirmos o suficiente para que a nossa inteligência fizesse a diferença. Se levarmos em consideração que eles já nasciam aptos, e tinham cada um a seu modo uma defesa eficaz  para sobrevivência.
Poderíamos adestrar algumas espécies transformando-os em montaria ou meios de transportes, como cavalos, camelos, jegues . Ou nos servirmos deles, como defesa, melhorando o exército do nosso país, acha que é forçar a natureza?
Imagine andar por aí exibindo uma carteira de couro de tiranossauro, ou bolsas de brontossauro, casacos de triceratopes, ou pingentes de placas de estegossauro que chique não?
É praticamente impossível que os lagartos desenvolvessem inteligência como a dos seres humanos, seus cérebros eram minúsculos mesmos nos gigantes, por isso fica inimaginável um lagartão ocupando a cadeira da Presidência por exemplo, pura ficção exacerbada.
"Dinossauroides"  ou seja, lagartos inteligentes, não está totalmente descartada. Mas caso fosse possível, certamente os seres humanos não viveriam . Os humanos seriam aniquilados pelos grandes lagartos. Teorias como essas, se devem pelo fato de muitos deles terem os cérebros proporcionais ao seu tamanho. Mas quanto ao desenvolvimento das funções  cerebrais, que nos diferenciam deles, isso sim faz a diferença.
Mesmos nos dias de hoje, animais como aves, tubarões, jacarés, possuem ancestrais muito primitivos, que data  lá no período em que os grandes dinos dominavam a Terra. Apesar da inteligência própria existir , não se pode comparar com a dos humanos.
Há tentativas de reconstruir dinos em laboratórios, recuperando o tal do DNA fossilizado.A Coréia do Sul está tentando fazer com os mamutes, que foram extintos há pelo menos 8 mil anos, e que o parente é diga-se de passagem bem mais atual o elefante.
Mas só o tempo vai nos dizer, se é certo ou errado construir de verdade o nosso "Jurassic Park", e quais as consequências disso, pois se fomos privados da convivência desses lagartões, os motivos são de se respeitar, mas como teimosos que somos, esquecemos a frase célebre do mundo cênico "A arte imita a vida", não aprendemos com os desfechos que os filmes nos deixaram, que esse negócio de tentarmos ser Deus, pode acabar mal.
Soltar a imaginação pode ser no mínimo divertido, aventure-se!"

Os dinos no mundo atual

Outra realidade


BBC: Caminhando com os Dinossauros 2/6 - Era... por historiaxciencia