quinta-feira, 25 de agosto de 2022
segunda-feira, 22 de agosto de 2022
segunda-feira, 8 de agosto de 2022
"Iluminismo - Banda Pré-Histórica"
Fonte: Pré-Histórica Canal Oficial
Letra e música de Christian David Machado
BANDA PRÉ-HISTÓRICA
Iluminismo
Compositor: Christian David Machado
Tom: E
(intro) A5 B5 E5 C#5 A5 B5 A5 B5 E5 B5
E5
Movimento filosófico
C#5
Ocorrido na Europa
A5
Que usava a razão
B5
Para explicar o mundo
E5
Trazendo luz
C#5
Para sociedade
A5
Que se encontrava
B5
Nas trevas da ignorância
(refrão)
A5 B5
Contra o absolutismo
E5 C#5
Surge o iluminismo
A5 B5
Fazendo do mundo
E5 C#5
Um lugar melhor
E5
Voltarie e a liberdade
C#5
Locke e o liberalismo
A5
Newton e a gravidade
B5
Descartes e o racionalismo
E5
Foram iluministas
C#5
Com suas teorias
A5
Que para o mundo
B5
Trouxeram melhorias
(base do solo) (A5 B5 A5 B5 E5 )
Os acordes quinta, podem ser substituídos por acordes MAIORES, (menos o C#m) se for utilizado o violão
E – C#m – A – B
sexta-feira, 24 de junho de 2022
segunda-feira, 23 de maio de 2022
"O eterno retorno? A corrupção parece prática imutável, mas adquiriu diferentes sentidos na história nacional." José Murilo de Carvalho
"Nas manchetes dos jornais, os escândalos de corrupção se repetem numa
regularidade quase monótona. Diante de uma aparente crise geral dos
valores éticos e de impunidade institucionalizada, o risco que corremos,
no Brasil de hoje, é entrar num torpor cívico que não nos permita
ultrapassar a pergunta: “E agora?”
Para entender o agora, talvez um bom exercício seja aplicar nossa
perplexidade a uma dimensão maior. A dimensão histórica. Será que a
corrupção de hoje é a mesma que a de há 100 anos? Há mais corrupção hoje
do que antes? Aumentou a corrupção ou aumentou a sua percepção e a
postura diante dela?
Uma seqüência de episódios reforça a impressão de que a corrupção sempre esteve entre nós. No século XIX, os republicanos acusavam o sistema imperial de corrupto e despótico. Em 1930, a Primeira República e seus políticos foram chamados de carcomidos. Getulio Vargas foi derrubado em 1954 sob acusação de ter criado um mar de lama no Catete. O golpe de 1964 foi dado em nome da luta contra a subversão e a corrupção. A ditadura militar chegou ao fim sob acusações de corrupção, despotismo, desrespeito pela coisa pública. Após a redemocratização, Fernando Collor foi eleito em 1989 com a promessa de combater a corrupção e foi expulso do poder acusado de fazer o que condenou. Nos últimos anos, as denúncias proliferam, atingindo todos os poderes e instituições da República e a própria sociedade.
Mas antes de considerar estes fatos como indícios de um eterno retorno, convém lembrar que o sentido do termo mudou ao longo do tempo. Ao falar de corrupção ao final do Império, nenhum republicano queria dizer que D. Pedro II era corrupto. Pelo contrário: se reconheciam nele uma virtude, era a da correção pessoal. Do mesmo modo, em 1930, quando os revoltosos qualificavam de carcomidos os políticos da Velha República, não queriam dizer que eram ladrões. Nos dois casos, a acusação era dirigida ao sistema, não às pessoas. Corruptos eram os sistemas, monárquico ou republicano, por serem, na visão dos acusadores, despóticos, oligárquicos, e não promoverem o bem público.
A partir de 1945, houve uma alteração no sentido que se dava à corrupção. Entrou em cena o udenismo. A oposição a Getulio Vargas, comandada pelos políticos da União Democrática Nacional (UDN), voltou suas baterias contra a corrupção individual, contra a falta de moralidade das pessoas. Corruptos passaram a ser os indivíduos – os políticos getulistas, o próprio Vargas. Foram também indivíduos que serviram de justificativa ao golpe de 1964 e mais tarde inspiraram o grito de guerra de Collor, personificados na figura dos marajás, a serem caçados.
O termo corrupção é, portanto, ambíguo. Podemos evitá-lo, recorrendo ao de transgressão. Esta palavra é menos escorregadia: transgredir é desrespeitar, violar, infringir. Quem transgride, transgride alguma coisa definível – uma lei, um valor, um costume. Além disso, a transgressão é valorativamente neutra. Não há boa corrupção, a não ser na visão de políticos como Ademar de Barros (1901-1969), que se vangloriava de fazer, mesmo que roubando. Há, no entanto, a boa transgressão. Toda corrupção é transgressão, mas nem toda transgressão é corrupção.(...)"
Continue lendo na: Revista de História da Biblioteca Nacional
Uma seqüência de episódios reforça a impressão de que a corrupção sempre esteve entre nós. No século XIX, os republicanos acusavam o sistema imperial de corrupto e despótico. Em 1930, a Primeira República e seus políticos foram chamados de carcomidos. Getulio Vargas foi derrubado em 1954 sob acusação de ter criado um mar de lama no Catete. O golpe de 1964 foi dado em nome da luta contra a subversão e a corrupção. A ditadura militar chegou ao fim sob acusações de corrupção, despotismo, desrespeito pela coisa pública. Após a redemocratização, Fernando Collor foi eleito em 1989 com a promessa de combater a corrupção e foi expulso do poder acusado de fazer o que condenou. Nos últimos anos, as denúncias proliferam, atingindo todos os poderes e instituições da República e a própria sociedade.
Mas antes de considerar estes fatos como indícios de um eterno retorno, convém lembrar que o sentido do termo mudou ao longo do tempo. Ao falar de corrupção ao final do Império, nenhum republicano queria dizer que D. Pedro II era corrupto. Pelo contrário: se reconheciam nele uma virtude, era a da correção pessoal. Do mesmo modo, em 1930, quando os revoltosos qualificavam de carcomidos os políticos da Velha República, não queriam dizer que eram ladrões. Nos dois casos, a acusação era dirigida ao sistema, não às pessoas. Corruptos eram os sistemas, monárquico ou republicano, por serem, na visão dos acusadores, despóticos, oligárquicos, e não promoverem o bem público.
A partir de 1945, houve uma alteração no sentido que se dava à corrupção. Entrou em cena o udenismo. A oposição a Getulio Vargas, comandada pelos políticos da União Democrática Nacional (UDN), voltou suas baterias contra a corrupção individual, contra a falta de moralidade das pessoas. Corruptos passaram a ser os indivíduos – os políticos getulistas, o próprio Vargas. Foram também indivíduos que serviram de justificativa ao golpe de 1964 e mais tarde inspiraram o grito de guerra de Collor, personificados na figura dos marajás, a serem caçados.
O termo corrupção é, portanto, ambíguo. Podemos evitá-lo, recorrendo ao de transgressão. Esta palavra é menos escorregadia: transgredir é desrespeitar, violar, infringir. Quem transgride, transgride alguma coisa definível – uma lei, um valor, um costume. Além disso, a transgressão é valorativamente neutra. Não há boa corrupção, a não ser na visão de políticos como Ademar de Barros (1901-1969), que se vangloriava de fazer, mesmo que roubando. Há, no entanto, a boa transgressão. Toda corrupção é transgressão, mas nem toda transgressão é corrupção.(...)"
Continue lendo na: Revista de História da Biblioteca Nacional
sexta-feira, 6 de maio de 2022
Livro - "O Conde de Monte Cristo" Alexandre Dumas (Clássicos Ilustrados) e Filme - "O Conde de Monte Cristo"
Por que ler o Conde de Monte Cristo?
O Conde de Monte Cristo é inspiração para muitas histórias contemporâneas, sendo as mais recentes a série Revenge e a novela Avenida Brasil. A premissa é sempre a mesma: O protagonista sofre injustamente e volta anos depois, completamente irreconhecível e rico para se vingar.
Ao parar na Ilha de Elba, atendendo ao pedido de seu moribundo capitão, o imediato Dantes se vê emaranhado numa intriga política envolvendo a volta ao poder de Napoleão Bonaparte. E, sem ter a mínima idéia do que está acontecendo, vai preso por isso. Pessoas tentam, diariamente, envolver os outros em intrigas e armações, especialmente na base das fofocas.
Contexto: O Conde de Monte Cristo” tem como cenário a França nas primeiras décadas do século XIX, e narra a história de Edmond Dantes, um jovem humilde, porém feliz com o pouco que tinha. Edmond Dantes é um marinheiro que após meses viajando a bordo do Faraó retorna para reencontrar o pai e a noiva, Mercedes Herrera.
Fonte: Dois expressos
quinta-feira, 5 de maio de 2022
quarta-feira, 4 de maio de 2022
segunda-feira, 2 de maio de 2022
"Análise da música Índios - Legião Urbana" - GEA Cipriano Barata
"A música Índios da Legião Urbana nos proporciona a fazermos uma análise histórica através de sua letra. Com a letra podemos analisar os primeiros anos de descobrimento do Brasil e um pouco da relação entre colonizador e colonizado."
"Análise da música Índios - Legião Urbana" - GEA Cipriano Barata
Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano de chão
De linho nobre e pura seda
Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
De tudo que eu ainda não vi
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
Os primeiros contatos entre os portugueses e os indígenas aconteceu de forma amigável, os portugueses acabaram utilizando esse comportamento dos índios para retirar as riquezas visíveis até o momento no caso o Pau-Brasil.
Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano de chão
De linho nobre e pura seda
Os indígenas sempre foram vistos como inocentes pelo branco principalmente pela igreja católica.
Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
De tudo que eu ainda não vi
Podemos entender como sendo saudades da época antes da chegada do colonizador.
Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes
No trecho podemos entender como uma alusão a vida indígena sem a presença do homem branco, com os nativos vivendo de acordo com sua cultura.
Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado
Os índios tem uma visão de mundo diferente da do homem branco com mais responsabilidades em relação ao planeta.
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente
Com a chegada dos europeus a vida no continente americano mudou, muitos índios acabaram sendo escravizados ou mortos e os que sobreviveram tiveram que se deslocar para o interior do território.
Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer
A ambição do homem branco é uma das características que mais se diferencia da dos índios, o indígena na sua cultura não tem a necessidade de acumulação de bens.
Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Um dos objetos que mais fizeram sucesso no escambo realizado entre os índios e os brancos foi o espelho. Essa cordialidade entre as duas culturas acabou levando a mudanças na vida do índio e no seu território.
Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste
Juntamente com os colonizadores chegou a religião católica principalmente através dos jesuítas que tinham como objetivo catequizar os nativos.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
A resistência indígena sempre existiu no Brasil, muitos tribos lutaram contra o colonizador, essa luta pela sobrevivência muitas vezes levou a morte de tribos inteiras.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sintoDe tudo que eu ainda não vi
Podemos entender como sendo saudades da época antes da chegada do colonizador.
Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes
No trecho podemos entender como uma alusão a vida indígena sem a presença do homem branco, com os nativos vivendo de acordo com sua cultura.
Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado
Os índios tem uma visão de mundo diferente da do homem branco com mais responsabilidades em relação ao planeta.
Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente
Muitos índios foram atacados pelos europeus principalmente em busca de mão-de-obra escrava, seja, para trabalhar nos primeiros engenhos de açúcar ou mesmo para serem enviados para Europa como seres exóticos.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
A resistência indígena sempre existiu no Brasil, muitas tribos lutaram contra o colonizador, essa luta pela sobrevivência muitas vezes levou a morte de tribos inteiras.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sintoDe tudo que eu ainda não vi
Podemos entender como sendo uma saudade de uma época antes da chegada do colonizador.
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui
Tentei chorar e não consegui
Nesse último trecho vemos a mudança no mundo indígena com o índio enxergando o resultado da exploração do Brasil.
Autor: Felipe Carreira. Historiador e técnico em informática. Especialista em uso de mídias e tecnologias em educação. Estuda sobre a pirataria no Atlântico com ênfase no século XVII e XVIII. Criador deste espaço virtual para o GEACB. Produz vídeos e documentários sobre a História da América.
Autor: Felipe Carreira. Historiador e técnico em informática. Especialista em uso de mídias e tecnologias em educação. Estuda sobre a pirataria no Atlântico com ênfase no século XVII e XVIII. Criador deste espaço virtual para o GEACB. Produz vídeos e documentários sobre a História da América.
Fonte: GEA Cipriano Barata
quinta-feira, 7 de abril de 2022
"Filmes para estudar História" (Guia do Estudante)
Pré-História
- A Guerra do Fogo
- 10.000 a.C.
- O Elo Perdido
Grécia Antiga e Helenística
- 300
- Alexandre
- Tróia
Império Romano
- Asterix
- Gladiador
- Calígula
- Átila, o Huno
- Augustus
- Spartacus
Idade Média/Feudalismo
- O Nome da Rosa
- O Incrível Exército de Brancaleone
- Cruzada
- Coração Valente
- Joana D’Arc
- O Sétimo Selo
Grandes Navegações
- 1492 – A Conquista do Paraíso
- Cristóvão Colombo – A Aventura do Descobrimento
Absolutismo
- O Homem da Máscara de Ferro
- Cromwell
Reforma Protestante
- Lutero
Renascimento
- Dom Quixote
- Agonia e Êxtase
- Shakespeare Apaixonado
- Giordano Bruno
Revolução Francesa
- Danton
- Maria Antonieta
- A Queda da Bastilha
Revolução Industrial
- Tempos Modernos
- Germinal
Rússia pré-revolução e Revolução Russa
- Rasputin
- O Encouraçado Potenkim
- Reds
Segunda Guerra Mundial e Nazismo
- O Grande Ditador
- A Vida É Bela
- Pearl Harbor
- A Queda
- A Última Bomba Atômica
- Cartas de Iwo Jima
- O Resgate do Soldado Ryan
- Arquitetura da Destruição
- Europa, Europa
Guerra Fria
- Dr. Fantástico
- Os 13 Dias que Abalaram o Mundo
- Boa Noite e Boa Sorte
- Intriga Internacional
- Topázio
- O Dia Seguinte
Guerra do Vietnã
- Platoon
- Apocalipse Now
- Corações e Mentes
Luta dos direitos civis dos negros
- Mississipi em Chamas
- Malcolm X
América Latina das décadas de 1950 e 1960
- Diários de Motocicleta
- Chove Sobre Santiago
- O Segredo de Seus Olhos
África no século 20
- O Último Rei da Escócia
- Diamante de Sangue
- Hotel Ruanda
- O Jardineiro Fiel
Crise do socialismo, fim da União Soviética
- Adeus, Lênin
Conflito entre Israel e Palestina
- Lemon Tree
- Paradise Now
- Promessas de um Novo Mundo
Terrorismo, guerras dos anos 2000
- Guerra ao Terror
- Restrepo
- Caminho para Guantánamo
- Fahrenheit 9/11
- A Guerra do Fogo
- 10.000 a.C.
- O Elo Perdido
Grécia Antiga e Helenística
- 300
- Alexandre
- Tróia
Império Romano
- Asterix
- Gladiador
- Calígula
- Átila, o Huno
- Augustus
- Spartacus
Idade Média/Feudalismo
- O Nome da Rosa
- O Incrível Exército de Brancaleone
- Cruzada
- Coração Valente
- Joana D’Arc
- O Sétimo Selo
Grandes Navegações
- 1492 – A Conquista do Paraíso
- Cristóvão Colombo – A Aventura do Descobrimento
Absolutismo
- O Homem da Máscara de Ferro
- Cromwell
Reforma Protestante
- Lutero
Renascimento
- Dom Quixote
- Agonia e Êxtase
- Shakespeare Apaixonado
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Revolução Francesa
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Revolução Industrial
- Tempos Modernos
- Germinal
Rússia pré-revolução e Revolução Russa
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- O Encouraçado Potenkim
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Segunda Guerra Mundial e Nazismo
- O Grande Ditador
- A Vida É Bela
- Pearl Harbor
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- A Última Bomba Atômica
- Cartas de Iwo Jima
- O Resgate do Soldado Ryan
- Arquitetura da Destruição
- Europa, Europa
Guerra Fria
- Dr. Fantástico
- Os 13 Dias que Abalaram o Mundo
- Boa Noite e Boa Sorte
- Intriga Internacional
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- O Dia Seguinte
Guerra do Vietnã
- Platoon
- Apocalipse Now
- Corações e Mentes
Luta dos direitos civis dos negros
- Mississipi em Chamas
- Malcolm X
América Latina das décadas de 1950 e 1960
- Diários de Motocicleta
- Chove Sobre Santiago
- O Segredo de Seus Olhos
África no século 20
- O Último Rei da Escócia
- Diamante de Sangue
- Hotel Ruanda
- O Jardineiro Fiel
Crise do socialismo, fim da União Soviética
- Adeus, Lênin
Conflito entre Israel e Palestina
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- Paradise Now
- Promessas de um Novo Mundo
Terrorismo, guerras dos anos 2000
- Guerra ao Terror
- Restrepo
- Caminho para Guantánamo
- Fahrenheit 9/11
quinta-feira, 31 de março de 2022
Documentário: "História das Coisas" (Versão Brasileira)
Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.
História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.
História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.
segunda-feira, 14 de março de 2022
''O Jovem Karl Marx'' (Filme Completo - Português-BR - HD)
Capitalismo se rende a Marx: "A dinâmica do capitalismo é a que Karl Marx previu'', afirma banco francês https://t.co/bINu8qqI22
Diante dos impasses do capitalismo, o capital financeiro se rende a
Marx.
O que é um alienado político: É uma pessoa que reclama do Bolsa-Família,
mas acha normal Juízes terem auxílio-moradia maior que o salário
integral de 92% dos Brasileiros
Cuba é único latino-americano a atingir metas de educação, diz UNESCO: http://g1.globo.com/educacao/noticia/...
Médicos do Brasil fazem depoimento sobre sua formação em Cuba: https://www.youtube.com/watch?v=IDiv3...
"Existem duas formas de corrupção: A primeira, quando a pessoa não
cumpre a leis. A segunda: Quando a própria lei corrompe uma pessoa"
Conheça a realidade de CUBA por quem morou lá:
https://www.youtube.com/channel/UCOEC...
Porque o socialismo merece outras tentativas: http://www.facebook.com/anarcomiguxos...
O JOVEM KARL MARX:
Aos 26 anos, Karl Marx e sua esposa Jenny embarcam para o exílio. Na
Paris de 1844, ele conhece outro jovem: Friedrich Engels, que sendo
filho de um industrial, acompanhou de perto o nascimento da classe
trabalhadora britânica. Assim, oferece ao jovem Marx a peça que faltava
para completar a sua nova visão de mundo. Entre a censura, a repressão e
os tumultos, eles lideram e renovam os ideais do movimento operário da
era moderna.
''O Jovem Karl Marx'' (Completo - Português - HD)
Fonte: Figura 2000
"Karl Marx - Luta de Classes e Mais-Valia" - Sociologia Animada
Fonte: Sociologia Animada
ATENÇÃO, este vídeo é continuação de outro. Procuro no canal o último vídeo sobre Marx!
Qual é a infraestrutura do modo de produção capitalista? Os elementos centrais para compreendermos essa realidade são: a luta de classes e a mais-valia!
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Créditos
Roteiro
Henrique Neto
Ilustração
Gabriel Augusto Lovato de Carvalho
Heloísa Gabriela Hruba
Edição
Gabriel Augusto Lovato de Carvalho
Heloísa Gabriela Hruba
Henrique Neto
Este vídeo é produto do projeto de extensão “Vídeos de animação: estratégia de ensino de Sociologia” realizando no IFPR – Campus Ivaiporã.
Trilha sonora: Jam It by Stefan Kartenberg (c) copyright 2018 Licensed under a Creative Commons Attribution Noncommercial (3.0) license. http://dig.ccmixter.org/files/JeffSpe... Ft: Bill Ray (billraydrums)
"Karl Marx - Alienação e Ideologia" - Sociologia Animada
Fonte: Sociologia Animada
Atenção, este é o último vídeo sobre Karl Marx. Assista os outros para compreender toda a teoria.
Enfim chegamos aos dois conceitos mais badalados de Marx: alienação e ideologia. Será que temos noção de todas as fases do nosso trabalho? Estamos todos alienados? E como não saímos dessa condição?
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Créditos
Roteiro
Henrique Neto
Ilustração
Gabriel Augusto Lovato de Carvalho
Heloísa Gabriela Hruba
Edição
Gabriel Augusto Lovato de Carvalho
Heloísa Gabriela Hruba
Henrique Neto
Este vídeo é produto do projeto de extensão “Vídeos de animação: estratégia de ensino de Sociologia” realizando no IFPR – Campus Ivaiporã.
"Karl Marx e o Materialismo Histórico Dialético" - Sociologia Animada
Fonte: Sociologia Animada
"Sim! É chegado o momento de conhecer um dos mais "badalados! autores clássicos da Sociologia: Karl Marx. Neste primeiro vídeo, escolhemos explicar o materialismo histórico dialético, o método marxiano de análise da sociedade!"
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Créditos
Roteiro
Henrique Neto
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Gabriel Augusto Lovato de Carvalho
Heloísa Gabriela Hruba
Edição
Gabriel Augusto Lovato de Carvalho
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terça-feira, 8 de março de 2022
"Mulheres nas CIÊNCIAS - Mulheres na História" - Leitura ObrigaHistória
Fonte: Leitura ObrigaHistória
(...) No vídeo de hoje vamos falar sobre mais um dos diversos problemas que afetam o mundo profissional feminino há décadas: sua invisibilidade nas ciências.
Referências
https://bit.ly/2IXhHzB
https://bbc.in/1GUxLJy
https://bit.ly/2L7Khe7
https://bit.ly/2xtobRj
https://bit.ly/2Laojat
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2022
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
quinta-feira, 6 de janeiro de 2022
Curso: "Ciência e Religião através da História" (2ª edição)
Estão abertas as inscrições para a segunda edição do curso “Ciência e Religião através da História”, oferecido sem custos e com certificação pelo Centro de Extensão da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG.O curso explorará as complexas relações históricas entre ciência e religião a partir de seis eixos temáticos principais:
(1) as relações entre as reformas religiosas e a Revolução Científica;
os processos inquisitoriais de (2) Giordano Bruno e (3) Galileu Galilei;
(4) as críticas iluministas à religião;
(5) a controvérsia entre darwinismo e teologia natural; e
(6) a relação entre fundamentalismo e ciência nos Estados Unidos no século XX.
O curso estará disponível no YouTube entre os dias 03 de janeiro e 28 de fevereiro de 2022.
Serão ao todo, 8 aulas gravadas, com aproximadamente 1h cada, todas disponibilizadas simultaneamente para que cada participante possa acompanhá-las em seu próprio ritmo.
Para se inscrever, basta preencher o formulário abaixo:
Após o preenchimento do formulário, uma mensagem de confirmação será exibida contendo o link para acessar o curso.
Ficha técnica: Curso de extensão universitária: “Ciência e Religião através da História”
Período de inscrição e duração máxima do curso: 03/01/2022 a 28/02/2022
Certificação: CENEX-FAFICH (UFMG), 15h
Apoio: Scientia – Grupo de Teoria e História da Ciência da UFMG
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