segunda-feira, 8 de agosto de 2022

"Iluminismo - Banda Pré-Histórica"


Letra e música de Christian David Machado BANDA PRÉ-HISTÓRICA Iluminismo Compositor: Christian David Machado Tom: E (intro) A5 B5 E5 C#5 A5 B5 A5 B5 E5 B5 E5 Movimento filosófico C#5 Ocorrido na Europa A5 Que usava a razão B5 Para explicar o mundo E5 Trazendo luz C#5 Para sociedade A5 Que se encontrava B5 Nas trevas da ignorância (refrão) A5 B5 Contra o absolutismo E5 C#5 Surge o iluminismo A5 B5 Fazendo do mundo E5 C#5 Um lugar melhor E5 Voltarie e a liberdade C#5 Locke e o liberalismo A5 Newton e a gravidade B5 Descartes e o racionalismo E5 Foram iluministas C#5 Com suas teorias A5 Que para o mundo B5 Trouxeram melhorias (base do solo) (A5 B5 A5 B5 E5 ) Os acordes quinta, podem ser substituídos por acordes MAIORES, (menos o C#m) se for utilizado o violão E – C#m – A – B

segunda-feira, 23 de maio de 2022

"O eterno retorno? A corrupção parece prática imutável, mas adquiriu diferentes sentidos na história nacional." José Murilo de Carvalho

"Nas manchetes dos jornais, os escândalos de corrupção se repetem numa regularidade quase monótona. Diante de uma aparente crise geral dos valores éticos e de impunidade institucionalizada, o risco que corremos, no Brasil de hoje, é entrar num torpor cívico que não nos permita ultrapassar a pergunta: “E agora?”
Para entender o agora, talvez um bom exercício seja aplicar nossa perplexidade a uma dimensão maior. A dimensão histórica. Será que a corrupção de hoje é a mesma que a de há 100 anos? Há mais corrupção hoje do que antes? Aumentou a corrupção ou aumentou a sua percepção e a postura diante dela?

Uma seqüência de episódios reforça a impressão de que a corrupção sempre esteve entre nós. No século XIX, os republicanos acusavam o sistema imperial de corrupto e despótico. Em 1930, a Primeira República e seus políticos foram chamados de carcomidos. Getulio Vargas foi derrubado em 1954 sob acusação de ter criado um mar de lama no Catete. O golpe de 1964 foi dado em nome da luta contra a subversão e a corrupção. A ditadura militar chegou ao fim sob acusações de corrupção, despotismo, desrespeito pela coisa pública. Após a redemocratização, Fernando Collor foi eleito em 1989 com a promessa de combater a corrupção e foi expulso do poder acusado de fazer o que condenou. Nos últimos anos, as denúncias proliferam, atingindo todos os poderes e instituições da República e a própria sociedade.


Mas antes de considerar estes fatos como indícios de um eterno retorno, convém lembrar que o sentido do termo mudou ao longo do tempo. Ao falar de corrupção ao final do Império, nenhum republicano queria dizer que D. Pedro II era corrupto. Pelo contrário: se reconheciam nele uma virtude, era a da correção pessoal. Do mesmo modo, em 1930, quando os revoltosos qualificavam de carcomidos os políticos da Velha República, não queriam dizer que eram ladrões. Nos dois casos, a acusação era dirigida ao sistema, não às pessoas. Corruptos eram os sistemas, monárquico ou republicano, por serem, na visão dos acusadores, despóticos, oligárquicos, e não promoverem o bem público.


A partir de 1945, houve uma alteração no sentido que se dava à corrupção. Entrou em cena o udenismo. A oposição a Getulio Vargas, comandada pelos políticos da União Democrática Nacional (UDN), voltou suas baterias contra a corrupção individual, contra a falta de moralidade das pessoas. Corruptos passaram a ser os indivíduos – os políticos getulistas, o próprio Vargas. Foram também indivíduos que serviram de justificativa ao golpe de 1964 e mais tarde inspiraram o grito de guerra de Collor, personificados na figura dos marajás, a serem caçados.


O termo corrupção é, portanto, ambíguo. Podemos evitá-lo, recorrendo ao de transgressão. Esta palavra é menos escorregadia: transgredir é desrespeitar, violar, infringir. Quem transgride, transgride alguma coisa definível – uma lei, um valor, um costume. Além disso, a transgressão é valorativamente neutra. Não há boa corrupção, a não ser na visão de políticos como Ademar de Barros (1901-1969), que se vangloriava de fazer, mesmo que roubando. Há, no entanto, a boa transgressão. Toda corrupção é transgressão, mas nem toda transgressão é corrupção.(...)"


Continue lendo na: Revista de História da Biblioteca Nacional

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Livro - "O Conde de Monte Cristo" Alexandre Dumas (Clássicos Ilustrados) e Filme - "O Conde de Monte Cristo"

Por que ler o Conde de Monte Cristo?

Conde de Monte Cristo é inspiração para muitas histórias contemporâneas, sendo as mais recentes a série Revenge e a novela Avenida Brasil. A premissa é sempre a mesma: O protagonista sofre injustamente e volta anos depois, completamente irreconhecível e rico para se vingar.

Ao parar na Ilha de Elba, atendendo ao pedido de seu moribundo capitão, o imediato Dantes se vê emaranhado numa intriga política envolvendo a volta ao poder de Napoleão Bonaparte. E, sem ter a mínima idéia do que está acontecendo, vai preso por isso. Pessoas tentam, diariamente, envolver os outros em intrigas e armações, especialmente na base das fofocas.

Contexto: O Conde de Monte Cristo” tem como cenário a França nas primeiras décadas do século XIX, e narra a história de Edmond Dantes, um jovem humilde, porém feliz com o pouco que tinha. Edmond Dantes é um marinheiro que após meses viajando a bordo do Faraó retorna para reencontrar o pai e a noiva, Mercedes Herrera.
 

segunda-feira, 2 de maio de 2022

"Análise da música Índios - Legião Urbana" - GEA Cipriano Barata

"A música Índios da Legião Urbana nos proporciona a fazermos uma análise histórica através de sua letra. Com a letra podemos analisar os primeiros anos de descobrimento do Brasil e um pouco da relação entre colonizador e colonizado."

"Análise da música Índios - Legião Urbana" - GEA Cipriano Barata

Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha


Os primeiros contatos entre os portugueses e os indígenas aconteceu de forma amigável, os portugueses acabaram utilizando esse comportamento dos índios para retirar as riquezas visíveis até o momento no caso o Pau-Brasil. 

Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano de chão
De linho nobre e pura seda


Os indígenas sempre foram vistos como inocentes pelo branco principalmente pela igreja católica.

Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente


Com a chegada dos europeus a vida no continente americano mudou, muitos índios acabaram sendo escravizados ou mortos e os que sobreviveram tiveram que se deslocar para o interior do território. 

Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer


A ambição do homem branco é uma das características que mais se diferencia da dos índios, o indígena na sua cultura não tem a necessidade de acumulação de bens.   

Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente


Um dos objetos que mais fizeram sucesso no escambo realizado entre os índios e os brancos foi o espelho. Essa cordialidade entre as duas culturas acabou levando a mudanças na vida do índio e no seu território.

Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste


Juntamente com os colonizadores chegou a religião católica principalmente através dos jesuítas que tinham como objetivo catequizar os nativos. 

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim


A resistência indígena sempre existiu no Brasil, muitos tribos lutaram contra o colonizador, essa luta pela sobrevivência muitas vezes levou a morte de tribos inteiras.

E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi


Podemos entender como sendo saudades da época antes da chegada do colonizador. 

Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes


No trecho podemos entender como uma alusão a vida indígena sem a presença do homem branco, com os nativos vivendo de acordo com sua cultura.  

Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado


Os índios tem uma visão de mundo diferente da do homem branco com mais responsabilidades em relação ao planeta.

Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente


Muitos índios foram atacados pelos europeus principalmente em busca de mão-de-obra escrava, seja, para trabalhar nos primeiros engenhos de açúcar ou mesmo para serem enviados para Europa como seres exóticos.

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim

A resistência indígena sempre existiu no Brasil, muitas tribos lutaram contra o colonizador, essa luta pela sobrevivência muitas vezes levou a morte de tribos inteiras.

E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Podemos entender como sendo uma saudade de uma época antes da chegada do colonizador.

Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui

Nesse último trecho vemos a mudança no mundo indígena com o índio enxergando o resultado da exploração do Brasil.

Autor: Felipe Carreira. Historiador e técnico em informática. Especialista em uso de mídias e tecnologias em educação. Estuda sobre a pirataria no Atlântico com ênfase no século XVII e XVIII. Criador deste espaço virtual para o GEACB. Produz vídeos e documentários sobre a História da América.


quinta-feira, 7 de abril de 2022

"Filmes para estudar História" (Guia do Estudante)

Pré-História
A Guerra do Fogo
- 10.000 a.C.
- O Elo Perdido

Grécia Antiga e Helenística
300
- Alexandre
- Tróia

Império Romano
- Asterix
- Gladiador
- Calígula
- Átila, o Huno
- Augustus
- Spartacus

Idade Média/Feudalismo
- O Nome da Rosa
- O Incrível Exército de Brancaleone
- Cruzada
- Coração Valente
- Joana D’Arc
- O Sétimo Selo

Grandes Navegações
- 1492 – A Conquista do Paraíso
- Cristóvão Colombo – A Aventura do Descobrimento

Absolutismo
- O Homem da Máscara de Ferro
- Cromwell

Reforma Protestante
- Lutero

Renascimento
- Dom Quixote
- Agonia e Êxtase
- Shakespeare Apaixonado
- Giordano Bruno

Revolução Francesa
- Danton
- Maria Antonieta
- A Queda da Bastilha

Revolução Industrial
- Tempos Modernos
- Germinal

Rússia pré-revolução e Revolução Russa
- Rasputin
- O Encouraçado Potenkim
- Reds

Segunda Guerra Mundial e Nazismo
- O Grande Ditador
- A Vida É Bela
- Pearl Harbor
- A Queda
- A Última Bomba Atômica
- Cartas de Iwo Jima
- O Resgate do Soldado Ryan
- Arquitetura da Destruição
- Europa, Europa

Guerra Fria
- Dr. Fantástico
- Os 13 Dias que Abalaram o Mundo
- Boa Noite e Boa Sorte
- Intriga Internacional
- Topázio
- O Dia Seguinte

Guerra do Vietnã
- Platoon
- Apocalipse Now
- Corações e Mentes

Luta dos direitos civis dos negros
- Mississipi em Chamas
- Malcolm X

América Latina das décadas de 1950 e 1960
- Diários de Motocicleta
- Chove Sobre Santiago
- O Segredo de Seus Olhos

África no século 20
- O Último Rei da Escócia
- Diamante de Sangue
- Hotel Ruanda
- O Jardineiro Fiel

Crise do socialismo, fim da União Soviética
Adeus, Lênin

Conflito entre Israel e Palestina
Lemon Tree
- Paradise Now
- Promessas de um Novo Mundo

Terrorismo, guerras dos anos 2000
Guerra ao Terror
- Restrepo
- Caminho para Guantánamo
- Fahrenheit 9/11

quinta-feira, 31 de março de 2022

Documentário: "História das Coisas" (Versão Brasileira)

Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo. 
História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.
História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

segunda-feira, 14 de março de 2022

''O Jovem Karl Marx'' (Filme Completo - Português-BR - HD)


Capitalismo se rende a Marx: "A dinâmica do capitalismo é a que Karl Marx previu'', afirma banco francês https://t.co/bINu8qqI22 

Diante dos impasses do capitalismo, o capital financeiro se rende a Marx. 

O que é um alienado político: É uma pessoa que reclama do Bolsa-Família, mas acha normal Juízes terem auxílio-moradia maior que o salário integral de 92% dos Brasileiros 

Cuba é único latino-americano a atingir metas de educação, diz UNESCO: http://g1.globo.com/educacao/noticia/... 

Médicos do Brasil fazem depoimento sobre sua formação em Cuba: https://www.youtube.com/watch?v=IDiv3... 

"Existem duas formas de corrupção: A primeira, quando a pessoa não cumpre a leis. A segunda: Quando a própria lei corrompe uma pessoa" 

Conheça a realidade de CUBA por quem morou lá: https://www.youtube.com/channel/UCOEC... 

 Porque o socialismo merece outras tentativas: http://www.facebook.com/anarcomiguxos... 

O JOVEM KARL MARX: Aos 26 anos, Karl Marx e sua esposa Jenny embarcam para o exílio. Na Paris de 1844, ele conhece outro jovem: Friedrich Engels, que sendo filho de um industrial, acompanhou de perto o nascimento da classe trabalhadora britânica. Assim, oferece ao jovem Marx a peça que faltava para completar a sua nova visão de mundo. Entre a censura, a repressão e os tumultos, eles lideram e renovam os ideais do movimento operário da era moderna. ''O Jovem Karl Marx'' (Completo - Português - HD)

Fonte: Figura 2000

"Karl Marx - Luta de Classes e Mais-Valia" - Sociologia Animada


ATENÇÃO, este vídeo é continuação de outro. Procuro no canal o último vídeo sobre Marx! Qual é a infraestrutura do modo de produção capitalista? Os elementos centrais para compreendermos essa realidade são: a luta de classes e a mais-valia! Deixe seu like e compartilhe! Créditos Roteiro Henrique Neto Ilustração Gabriel Augusto Lovato de Carvalho Heloísa Gabriela Hruba Edição Gabriel Augusto Lovato de Carvalho Heloísa Gabriela Hruba Henrique Neto Este vídeo é produto do projeto de extensão “Vídeos de animação: estratégia de ensino de Sociologia” realizando no IFPR – Campus Ivaiporã. Trilha sonora: Jam It by Stefan Kartenberg (c) copyright 2018 Licensed under a Creative Commons Attribution Noncommercial (3.0) license. http://dig.ccmixter.org/files/JeffSpe... Ft: Bill Ray (billraydrums)

"Karl Marx - Alienação e Ideologia" - Sociologia Animada


Atenção, este é o último vídeo sobre Karl Marx. Assista os outros para compreender toda a teoria. Enfim chegamos aos dois conceitos mais badalados de Marx: alienação e ideologia. Será que temos noção de todas as fases do nosso trabalho? Estamos todos alienados? E como não saímos dessa condição? Não esqueça de deixar seu like e compartilhar! Créditos Roteiro Henrique Neto Ilustração Gabriel Augusto Lovato de Carvalho Heloísa Gabriela Hruba Edição Gabriel Augusto Lovato de Carvalho Heloísa Gabriela Hruba Henrique Neto Este vídeo é produto do projeto de extensão “Vídeos de animação: estratégia de ensino de Sociologia” realizando no IFPR – Campus Ivaiporã.

"Karl Marx e o Materialismo Histórico Dialético" - Sociologia Animada


"Sim! É chegado o momento de conhecer um dos mais "badalados! autores clássicos da Sociologia: Karl Marx. Neste primeiro vídeo, escolhemos explicar o materialismo histórico dialético, o método marxiano de análise da sociedade!" Deixe seu like e compartilhe! Créditos Roteiro Henrique Neto Ilustração Gabriel Augusto Lovato de Carvalho Heloísa Gabriela Hruba Edição Gabriel Augusto Lovato de Carvalho Heloísa Gabriela Hruba Henrique Neto Este vídeo é produto do projeto de extensão “Vídeos de animação: estratégia de ensino de Sociologia” realizando no IFPR – Campus Ivaiporã.

terça-feira, 8 de março de 2022

"Mulheres nas CIÊNCIAS - Mulheres na História" - Leitura ObrigaHistória


(...) No vídeo de hoje vamos falar sobre mais um dos diversos problemas que afetam o mundo profissional feminino há décadas: sua invisibilidade nas ciências. Referências https://bit.ly/2IXhHzB https://bbc.in/1GUxLJy https://bit.ly/2L7Khe7 https://bit.ly/2xtobRj https://bit.ly/2Laojat QUER LEGENDAR ESTE VÍDEO E AJUDAR O CANAL A FICAR MAIS ACESSÍVEL? CLIQUE AQUI: https://bit.ly/2LHkUnG *********************** Apoie-nos financeiramente pelo APOIA.SE: https://apoia.se/obrigahistoria *********************** CONHEÇA NOSSA LOJA, A OBRIGASTORE http://bit.ly/obrigastore *********** PARCEIROS DO CANAL ************ ACERVO DO CONHECIMENTO HISTÓRICO Blog www.acervohistorico.com Facebook http://bit.ly/2sadlwb *********************** Facebook: http://bit.ly/facebookobrigahistoria Instagram: @obrigahistoria Twitter: obrigahistoria e-mail: leituraobrigahistoria@gmail.com Skoob: skoob.com.br/perfil/obrigahistoria *********************** AJUDE O CANAL COMPARTILHANDO-O A PARTIR DESTE LINK: http://bit.ly/obrigahistoria

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Curso: "Ciência e Religião através da História" (2ª edição)

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do curso “Ciência e Religião através da História”, oferecido sem custos e com certificação pelo Centro de Extensão da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG.O curso explorará as complexas relações históricas entre ciência e religião a partir de seis eixos temáticos principais:

(1) as relações entre as reformas religiosas e a Revolução Científica;
os processos inquisitoriais de (2) Giordano Bruno e (3) Galileu Galilei;
(4) as críticas iluministas à religião;
(5) a controvérsia entre darwinismo e teologia natural; e
(6) a relação entre fundamentalismo e ciência nos Estados Unidos no século XX. 

O curso estará disponível no YouTube entre os dias 03 de janeiro e 28 de fevereiro de 2022.
Serão ao todo, 8 aulas gravadas, com aproximadamente 1h cada, todas disponibilizadas simultaneamente para que cada participante possa acompanhá-las em seu próprio ritmo. 
Para se inscrever, basta preencher o formulário abaixo:

Após o preenchimento do formulário, uma mensagem de confirmação será exibida contendo o link para acessar o curso. 
Ficha técnica: Curso de extensão universitária: “Ciência e Religião através da História”
Período de inscrição e duração máxima do curso: 03/01/2022 a 28/02/2022 
Certificação: CENEX-FAFICH (UFMG), 15h
Apoio: Scientia – Grupo de Teoria e História da Ciência da UFMG

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

"Sedição de Juazeiro" - Minissérie completa


Sedição de Juazeiro é uma minissérie brasileira produzida para a rede pública de televisão cearense, dividida em 4 capítulos, do gênero guerra, baseada no confronto ocorrido em 1914 entre as oligarquias cearenses e o governo federal, e lançada no dia 22 de Agosto de 2012 no Cine-Teatro João Frederico Ferreira Gomes, anexo II da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará.
Aprovada pela CEIC, Comissão Estadual de Incentivo à Cultura, através do I Edital Mecenas do Ceará 2008, foi produzida pelas produtoras JLS Comunicação e Editora e Laser Vídeo em parceria com a APEC, Associação de Estudos e Pesquisa Técnico-Científica, entidade sem fins lucrativos, ligada à Faculdade Integrada da Grande Fortaleza.
Elenco: Magno Carvalho, Ary Sherlock, Alcântara Costa, Angelim de Icó, Aldo Anísio, Fernando Cattony, Enrique Patrícius e Jean Nogueira.
Sinopse: Na segunda década do século XX, declara-se uma dualidade de poderes legislativos no Estado do Ceará. Tropas são enviadas de Fortaleza pelo governador Franco Rabelo para Juazeiro do Norte. Padre Cícero, Floro Bartolomeu e seus soldados esperam o ataque. O governo central decreta a intervenção federal no Ceará. Trinfa a Sedição de Juazeiro, a guerra de 1914.
Direção: Daniel Abreu Roteiro: JonasLuis DA SILVA, de Icapuí Produção: Daniel Abreu e Jeanne Feijão
Produção Executiva: Ângela Tavares, José Liberato Barrozo Filho e Marina Abifadel

Documentário: "Padre Cícero - O Filme" - FDR