Gunduz Aghayev
é um ilustrador que traz questões sociais um tanto polêmicas à tona com
seus desenhos, onde mostra a grande massa sofrendo influências dos que
estão no poder, por exemplo:
(...) No vídeo de hoje falamos sobre o uso de
cinema como fonte histórica. O vídeo é apenas introdutório, obviamente:
para aprofundar os temas, seria necessária uma grande imersão na vasta
bibliografia sobre o tema.
A bibliografia deste vídeo em particular está
descrita abaixo:
BIBLIOGRAFIA
"História e Cinema", de Alexandre Busko Valim, presente no livro "Novos
domínios da História", organizado por Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo
Vainfas.
"A História depois do papel", de Marcos Napolitano, presente no livro
"Fontes Históricas".
O livro "A cultura da mídia", de Douglas Kellner.
Matérias sobre a relação entre os 300 de Esparta, Guerra no Iraque e
extrema-direita (todas em inglês):
Curiosamente, um dia depois de programarmos esse vídeo no YouTube,
Leandro Karnal fez uma postagem em sua página do Facebook comentando
sobre uma palestra que ele proferiu há alguns anos onde falava
exatamente sobre as interpretações políticas à partir do filme 300.
É
apenas uma postagem de Facebook, mas você pode ter uma noção um pouco
melhor tanto da discussão quanto das polêmicas que surgem por conta
dela: http://bit.ly/2yJB4Cf
"Salve, espectadores. O vídeo de hoje discute o conceito de
"economicismo", no que concerne a uma forma de enxergar os problemas da
sociedade a partir de um prisma puramente econômico, e mostra em termos
gerais como se dá a manutenção de privilégios na sociedade brasileira.
Este vídeo está plenamente ancorado na introdução do livro "A ralé
brasileira", do sociólogo brasileiro Jessé Souza.
Salve, espectadores do canal! Conforme prometido durante o ano inteiro,
estamos lançando nosso vídeo sobre a Revolução Russa. O recorte
cronológico se inicia na Rússia do século XIX (aproximadamente 1860) e
termina em 1918 com a assinatura do tratado Brest-Litovsk e os
precedentes da Guerra Civil, conflito este que será abordado em algum
vídeo no futuro.
BIBLIOGRAFIA
Sheila Fritzpatrick - A Revolução Russa
Daniel Aarão Reis - As revoluções russas e o socialismo soviético
Daniel Aarão Reis - A revolução que mudou o mundo
Daniel Aarão Reis (org) - Manifestos vermelhos
Richard Pipes - História concisa da Revolução Russa
Marc Ferro - A Revolução Russa
Jean-Jacques Marie - História da Guerra Civil Russa
John Reed - Dez dias que abalaram o mundo
Leon Trotski - A história da Revolução Russa
Dmitri Volkogonov - Os sete chefes do Império Soviético
S.A.Smith - The Russian Revolution
Michael C. Hickey - Competing voices from the Russian Revolution
Rex A. Wade - Revolutionary Russia: new approaches
Angelo SegrilLo - Historiografia da Revolução Russa
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Série narrada pelo historiador Bóris Fausto e que, por meio de
documentos e imagens de arquivo, traça um panorama político, social e
econômico do País, desde os tempos coloniais até os dias atuais. A série
é composta, ainda, de entrevistas com algumas personalidades que
ajudaram a escrever essa história.
As adversas situações que o adolescente brasileiro enfrenta dentro da
escola. Meninos e meninos, ricos e pobres em situações que revelam
precariedade, preconceito, violência e esperança. Em três estados
brasileiros, em classes sociais distintas, adolescentes falam da vida na
escola, seus projetos e inquietações numa fase crucial de sua formação.
Professores também expõem seu cotidiano profissional, ajudando a pintar
um quadro complexo das desigualdades e da violência no país a partir da
realidade escolar.
(...) qual a diferença entre memória e história? O que seria a memória? Qual a importância de saber diferenciar e identificar as duas?
BIBLIOGRAFIA E LEITURAS COMPLEMENTARES Ciro F. Cardoso e Ronaldo Vainfas – Novos domínios da História Elizabeth Jélin – Los trabajos de la memoria Jacques Le Goff – História e Memória Maurice Halbwachs – A memória coletiva Paul Ricoeur – A História, a Memória, o Esquecimento Joël Candau – Memória e Identidade Marieta M. Ferreira e Janaina Amado - Usos e abusos da História Oral
"Comece agora! Corra e corra muito! Escolha hoje ser vitorioso, escolha hoje ser um vencedor, escolha hoje quem você quer ser deste momento para frente. Corra e não pare! Não podemos saber o que nos espera no futuro, mas podemos escolher o caminho certo para faze-lo."
"Vamos permitir e INCENTIVAR aos nossos filhos a aprender o Pensamento lógico e crítico, a solução de problemas e a CRIAÇÃO, usando as ferramentas de sua própria INTUIÇÃO e seu conhecimento INTERIOR mais profundo, em vez de regras, dos sistemas engessados e memorizados e das conclusões de uma sociedade que já provou ser totalmente incapaz de EVOLUIR usando esses métodos (MEMÓRIA).
Primeiro, tratemos nossos filhos como ESPÍRITOS (Consciências). Eles são espíritos, encarnados. Não é fácil para um espírito encarnar, ou se acostumar com o fato de que está encarnado. Isso é muito limitador. Então a criança chora porque está sendo subitamente muito limitada. Ouçam esse choro. Compreendam-no. E dêem a seus filhos a sensação mais profunda de "ausência de limitações" que puderem.
Depois, apresentem os seus filhos ao mundo que vocês(nós) CRIAMOS com gentileza e cuidado. Tenhamos muito CUIDADO com o que colocamos em suas Unidades de Armazenamento de Memória. As crianças se lembram de tudo que vêem e depois EXPERIMENTAM.
Os pais só podem ensinar o que aprenderam. E seus "erros" causam sofrimento. Portanto, estamos ensinando em nossos lares a mesma coisa que nossos pais nos ensinaram (mesmo que inconscientemente).
Porque se isso não for feito, seus (nossos) "filhos" serão PUNIDOS pelos "pecados" (termo que significa simplesmente, o que foi colocado na memória e inconsciente de nossos pais) de nossos pais até a sétima geração."
"Vênus Negra" mostra as razões pseudocientíficas que defendiam o racismo no século 19
Por: EDU FERNANDES
"A primeira cena de "Vênus Negra", filme em cartaz no Festival Varilux de Cinema Francês, é repleta de importância. Trata-se de uma aula de anatomia que acontece na Paris do começo do século 19. Na ocasião, são comparados atributos físicos de uma mulher negra com a de macacos, uma prática corriqueira na época para defender o racismo.
Além de já apresentar o tema polêmico do filme baseado em uma história real, a cena mostra o trágico desfecho de sua protagonista, cujo cadáver serviu como objeto de estudo para cientistas franceses. Saartjie (pronuncia-se "Sar-qui") era uma bosquímana utilizada por um sul-africano como atração circense. Ela apresentava-se como se fosse uma selvagem e assustava a plateia com rompantes violentos.
Outro ponto importante na cena inicial é estabelecer um código próprio do filme, em que "espetáculos" são mostrados integralmente para que depois apenas se façam referências a parte deles. Além da aula absurda (para o conhecimento que temos hoje), constituem cenas de espetáculo as humilhantes apresentações da Saartjie.
Por mostrar diversas versões desses shows, o filme acaba por também explorar a miséria e o exótico de sua protagonista. Um bom exemplo de conduta diferente pode ser contemplado em "Homem Elefante" (1982), outro filme em que uma atração circense é o personagem principal. A diferença é que o diretor David Lynch prefere focar-se mais no humano e menos na aberração.
Outro efeito colateral de se mostrar demais as apresentações de Saartjie é a grande duração de "Venus Negra", com 159 minutos. Dessa maneira, a extrema passividade da personagem principal chega a incomodar.
Percebe-se que ela não está nada contente com sua situação, mas não há reação por parte dela. Saartjie recorre à bebedeira como válvula de escape e colabora para a atmosfera de decadência humana na qual o filme se passa.
SINOPSE
Paris, 1817, na Escola Real de Medicina. "Eu nunca vi a cabeça de um ser humano tão parecida com a de um macaco.". Parado ao lado do modelo feito a partir do corpo de Saartjie Baartman, o médico Georges Cuvier é categórico em sua afirmação. Sete anos antes, Saartjie sai de sua terra natal na África do Sul com seu mestre, Caezar, que expõe seu corpo para a audiência dos shows de horrores em Londres. Livre e escravizada ao mesmo tempo, a "Vênus de Hottentot" se torna um ícone dos miseráveis, destinada a ser sacrificada na busca de um fio de esperança na prosperidade.