sábado, 6 de junho de 2015

Documentário sobre o Poder de Manipulação da Rede Globo - BBC 1993: "Muito além do Cidadão Kane"


"REDE GLOBO - é um canal de televisão e uma empresa privada, e assim sendo tem um dono, que regula e determina tudo que nele é veiculado, toda noticia, imagem, filme e novela passada possui uma intenção, desde fomentar o consumo, manipular a opinião pública ou simplesmente bestializar a população, nos prendendo em uma programação sem conteúdo, nos fazendo esquecer das mazelas de nosso pais, as imensas desigualdades sociais, a pobre e a miséria. 

Beyond Citizen Kane (Muito Além do Cidadão Kane, no Brasil) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog exibido em 1993 pelo Channel 4, emissora pública do Reino Unido. O documentário mostra as relações entre a mídia e o poder do Brasil, focando na análise da figura de Roberto Marinho. Embora o documentário tenha sido censurado pela justiça - em processo movido pela própria Globo, para impedir a exibição do documentário no Brasil - a Rede Record comprou os direitos de transmissão exclusiva, por 20 mil dólares do produtor John Ellis.

Enquanto o batalhão de advogados da Rede Globo travam uma verdadeira batalha contra a exibição do documentário, pode-se assisti-lo na integra pelo Youtube. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, seu poder e suas relações políticas, que os autores do documentário veem como manipuladoras e formadora de opinião.Extraído do Youtube



Disciplina: Sociologia
Reflexões sociológicas
"Esse documentário denuncia o monopólio da informação e do uso político deste, exercido no Brasil pela mídia em geral e pela Rede Globo em particular.

O monopólio da informação é um mecanismo complexo e não se limita à esfera da produção e se exerce principalmente sobre a circulação e sobre a massificação das obras, que repercurte diretamente no processo de ideologização.

O filme foi produzido de forma independente com apoio da BBC, TV pública britânica, e se baseia nos trabalhos de Romero Machado “A fundação Roberto Marinho” e Daniel Herz “A história secreta da Rede Globo”, que documentam os processos de formação e funcionamento da referida empresa.

Sugestões temáticas

- Imprensa
- Monopólio da informação
- Poder
- Manipulação
- Ideologia
- Indústria cultural
- Hegemonia

Mais informações O título busca associar Roberto Marinho, considerado o marechal civil do golpe de 1964, ao personagem de Orson Welles, protagonista do filme “Cidadão Kane”. 


A TV é encantadora, pois estabelece uma relação de suposta intimidade com o telespectador, como se lesse seus pensamentos e atendesse aos seus desejos. Assim, povoa a imaginação de milhões de pessoas, reproduzindo valores simbólicos numa escala industrial, sem estímulo a qualquer tipo de reflexão.

A programação televisiva tem como objetivo principal “esvaziar” o senso crítico de quem assiste, deixando “mentes livres” para que a publicidade estimule o fetiche da mercadoria, próprio do capitalismo. Tal qual o espelho da bruxa de “Branca de Neve”, a televisão busca parecer onisciente, onipotente e onipresente sobre a vida cotidiana do telespectador, explorando as vaidades, curiosidades e emoções.

Na televisão os sonhos podem realizar-se desde que tenhamos submissão aos seus desígnios e princípios, isto é, que sejamos “de fato” merecedores de suas graças. Através da TV, ser “artista de novela” ou jogador de futebol se converte numa utopia para a classe trabalhadora.

O documentário propõe essa reflexão e aponta como a criação da Rede Globo foi mais do que uma simples concessão pública, pois fazia parte do projeto de “modernização e integração nacional” da ditadura militar, contando, é claro, com o apoio de capital norte-americano, especificamente do conglomerado “Time Life”, atual “Time Warner”.

De certa forma, se outras oligarquias (Mesquita, Frias, Civita) apoiavam a ditadura, a Rede Globo era a ditadura, ou pelo menos, seu departamento de propaganda. O regime militar nunca precisou censurar a Rede Globo.

O controle da informação constante no AI-5 pretendia simplesmente impor à toda imprensa a mesma linha político-ideológica da empresa dos Marinho. Não por acaso, ainda hoje nos editoriais “jornalísticos” podemos ouvir os ecos da doutrina da “segurança nacional”, na qual as mobilizações dos trabalhadores são deslegitimadas e tratadas como ameaças ao bem-estar social e ao progresso.
Na obra destacam-se alguns momentos simbólicos da interferência da Rede Globo na vida política brasileira: a distorção na cobertura do movimento “Diretas Já”; a tentativa de falsificação do resultado das eleições fluminenses, conhecida como caso “Proconsult”; e a edição do debate final entre Lula e Collor em 1989.
Essas manobras, típicas de golpes de Estado, são razões para a não renovação de qualquer concessão pública, mas, no Brasil, esta rede é considerada “sagrada” e continua recebendo volumosas verbas de publicidade estatal e generosos financiamentos do BNDES. (Adaptado de http://www.ceep.org.br/index.php)."
Extraído do site da SEED/PR

Sugestões de Discussões com o apoio de Filmes/Vídeos
Filosofia e Cinema
Geografia e Cinema
História e Cinema
Sociologia e Cinema

E as Demais Disciplinas

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Documentário: "O Príncipe, de Maquiavel" Discovery Channel

"O documentário: O Príncipe, de Maquiavel, da série Grandes Livros, da Discovery Channel, aborda uma das maiores obras literárias da História, escrita pelo filósofo e historiador italiano Nicolau Maquiavel. Trata-se de um dos tratados políticos mais importantes já escritos, e que tem papel crucial na construção do conceito de Estado como modernamente conhecemos."



Alguns aspectos abordados

  • O Príncipe é um livro escrito por Nicolau Maquiavel em 1513, cuja primeira edição foi publicada postumamente em 1532. O que ele escreveu pode ser considerado um dos livros mais debatidos profundamente perturbadores e importantes da civilização ocidental.
  • Para alguns, era um verdadeiro guia para os tiranos e totalitários. Para outros, alternadamente, ele abriu o caminho para a tolerância étnica e religiosa, direitos individuais, o avanço e a restauração das repúblicas e, das democracias modernas.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Documentário: "História do Brasil - O Brasil no olhar dos viajantes"

"Documentário sobre os relatos estrangeiros das primeiras viagens feitas ao país, entre os séculos XVI e XIX, e a influência que tiveram na construção da imagem do Brasil no exterior e entre os próprios brasileiros. O filme resgata testemunhos de homens que viram um país ainda desconhecido, primitivo e exótico tecer as bases de sua sociedade e de sua história".


Documentário de João Carlos Fontoura (Episódio 1): http://youtu.be/osKRsKmZa6w
Documentário de João Carlos Fontoura (Episódio 2): http://youtu.be/7kcDaH9qXU0
Documentário de João Carlos Fontoura (Episódio 3): https://www.youtube.com/watch?v=8t_WV...



terça-feira, 28 de abril de 2015

Documentário TV Escola: "Palestina"

Documentário exibido na TV Escola em quatro partes sobre a criação do Estado de Israel e a luta pela formação do Estado da Palestina.

Parte I

Parte II

Parte III

Parte IV


Documentário sobre a história da criação do Estado de Israel e a luta pela criação de um Estado palestino, desde o fim do domínio do Império Otomano até as negociações mais recentes entre árabes e israelenses.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Filmes sobre "Tiradentes" - Museu Virtual da Inconfidência - Poemas de Cecília Meireles - Portal da Inconfidência

"A trajetória de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (Humberto Martins), líder da Inconfidência Mineira, um movimento surgido em Vila Rica (Ouro Preto) em 1789. Tiradentes sonhou junto com amigos e intelectuais ver o Brasil independente do domínio português, mas esbarrou na traição de Joaquim Silvério dos Reis (Rodolfo Bottino). Tiradentes é um filme brasileiro de 1998, do gênero drama biográfico-histórico, dirigido por Oswaldo Caldeira. O filme foi produzido por Oswaldo Caldeira Produções Cinematográficas e Paula Martinez Mello; O roteiro é de Oswaldo Caldeira; A música de Wagner Tiso; A direção da fotografia de Antônio Luiz Mendes; A direção de arte, cenografia e figurino de Anísio Medeiros, e a edição de Amauri Alves. O filme mostra uma visão bem diferente da convencional, acerca dos fatos políticos que envolveram a Inconfidência Mineira e a condenação dos conjurados. Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes, teria sido condenado à morte por ser o único dos revoltosos que não tinha grandes posses. Por outro lado, grande parte da elite de Ouro Preto estava envolvida no levante, inclusive o próprio visconde de Barbacena, mas a maioria não foi processada e nem sequer presa. Uma visão intrigante, porém com respaldo em muitas pesquisas recentes."

Filme 01 - "Tiradentes" de 1998


Filme 02 - "O Mártir da Independência, Tiradentes" de 1977

Visite Virtualmente o Museu da Inconfidência - 
Ouro Preto/MG

Observação: Ao entrar, siga as setas amarelas.


Poemas

Romance LX ou Do caminho da forca - Cecília Meireles


Os militares, o clero,
os meirinhos, os fidalgos
que o conheciam das ruas,
das igrejas e do teatro,
das lojas dos mercadores
e até da sala do Paço;
e as donas mais as donzelas
que nunca o tinham mirado,
os meninos e os ciganos,
as mulatas e os escravos,
os cirurgiões e algebristas,
leprosos e encarangados,
e aqueles que foram doentes
e que ele havia curado
- agora estão vendo ao longe,

de longe escutando o passo
do Alferes que vai à forca,
levando ao peito o baraço,
levando no pensamento
caras, palavras e fatos:
as promessas, as mentiras,
línguas vis, amigos falsos,
coronéis, contrabandistas,
ermitões e potentados,
estalagens, vozes, sombras,
adeuses, rios, cavalos...

Ao longo dos campos verdes,
tropeiros tocando o gado..
O vento e as nuvens correndo
por cima dos montes claros.
Onde estão os poderosos?
Eram todos eles fracos?
Onde estão os protetores?
Seriam todos ingratos?
Mesquinhas almas, mesquinhas,
dos chamados leais vassalos!

Tudo leva nos seus olhos,
nos seus olhos espantados,
o Alferes que vai passando
para o imenso cadafalso,
onde morrerá, sozinho
por todos os condenados.

Ah, solidão do destino!
Ah, solidão do Calvário...
Tocam sinos: Santo Antônio?
Nossa Senhora do Parto?
Nossa Senhora da Ajuda?
Nossa Senhora do Carmo?
Frades e monjas rezando.
Todos os santos calados.

(Caminha a Bandeira
da Misericórdia.
Caminha, piedosa.
Caísse o réu vivo;
rebentasse a corda,
que o protegeria
a santa Bandeira
da Misericórdia!)

Dona Maria Primeira,
aqueles que foram salvos
não vos livram do remorso
deste que não foi perdoado..
(Pobre Rainha colhida
pelas intrigas do Paço,
pobre Rainha demente,
com os olhos em sobressalto,
a gemer: “Inferno... Inferno...“
com seus lábios sem pecado.)

Tudo leva na memória
o Alferes, que sabe o amargo
fim do seu precário corpo
diante do povo assombrado.

(Aguas, montanhas, florestas,
negros nas minas exaustos...
- Bem podíeis ser, caminhos,
de diamante ladrilhados...)

Tudo leva na memória:
em campos longos e vagos,
tristes mulheres que ocultam
seus filhos desamparados.
Longe, longe, longe, longe,
no mais profundo passado...
- pois agora é quase um morto,
que caminha sem cansaço,
que por seu pé sobe à forca,
diante daquele aparato...

Pois agora é quase um morto,
partindo em quatro pedaços,
e - para que Deus o aviste -
levantado em postes altos.

(Caminha a Bandeira
da Misericórdia.
Caminha, piedosa,
nos ares erguida,
mais alta que a tropa.
Da forca se avista
a Santa Bandeira
da Misericórdia.)



Romance XXI ou das ideias




A vastidão desses campos.
A alta muralha das serras.
As lavras inchadas de ouro.
Os diamantes entre as pedras.
Negros, índios e mulatos.
Almocrafes e gamelas.
Os rios todos virados.
Toda revirada, a terra.
Capitães, governadores,
padres intendentes, poetas.
Carros, liteiras douradas,
cavalos de crina aberta.
A água a transbordar das fontes.
Altares cheios de velas.
Cavalhadas. Luminárias.
Sinos, procissões, promessas.
Anjos e santos nascendo 
em mãos de gangrena e lepra.
Finas músicas broslando 
as alfaias das capelas.
Todos os sonhos barrocos
deslizando pelas pedras.
Pátios de seixos. Escadas.
Boticas. Pontes. Conversas.
Gente que chega e que passa.
E as idéias.

Amplas casas. Longos muros.
Vida de sombras inquietas.
Pelos cantos da alcovas,
histerias de donzelas.

Lamparinas, oratórios,
bálsamos, pílulas, rezas.
Orgulhosos sobrenomes.
Intrincada parentela.
No batuque das mulatas,
a prosápia degenera:
pelas portas dos fidalgos, 
na lã das noites secretas,
meninos recém-nascidos
como mendigos esperam.
Bastardias. Desavenças.
Emboscadas pela treva.
Sesmarias, salteadores.
Emaranhadas invejas.
O clero. A nobreza. O povo.
E as idéias.


E as mobílias de cabiúna.
E as cortinas amarelas.
Dom José. Dona Maria.
Fogos. Mascaradas. Festas.

Nascimentos. Batizados.
Palavras que se interpretam
nos discursos, nas saúdes . . .
Visitas. Sermões de exéquias.
Os estudantes que partem.
Os doutores que regressam.
(Em redor das grandes luzes,
há sempre sombras perversas.
Sinistros corvos espreitam
pelas douradas janelas.)
E há mocidade! E há prestígio.
E as idéias.


As esposas preguiçosas 
na rede embalando as sestas.
Negras de peitos robustos
que os claros meninos cevam.

Arapongas, papagaios, 
passarinhos da floresta.
Essa lassidão do tempo
entre imbaúbas, quaresmas,
cana, milho, bananeiras
e a brisa que o riacho encrespa.
Os rumores familiares
que a lenta vida atravessam:
elefantíase; partos;
sarna; torceduras; quedas;
sezões; picadas de cobras;
sarampos e erisipelas . . .
Candombeiros. Feiticeiros.
Ungüentos. Emplastos. Ervas.
Senzalas. Tronco. Chibata.
Congos. Angolas. Benguelas.
Ó imenso tumulto humano!
E as idéias.


Banquetes. Gamão. Notícias.
Livros. Gazetas. Querelas.
Alvarás. Decretos. Cartas. 
A Europa a ferver em guerras.

Portugal todo de luto:
triste Rainha o governa!
Ouro! Ouro! Pedem mais ouro!
E sugestões indiscretas:
Tão longe o trono se encontra!
Quem no Brasil o tivera!
Ah, se Dom José II
põe a coroa na testa!
Uns poucos de americanos,
por umas praias desertas,
já libertaram seu povo
da prepotente Inglaterra!
Washington. Jefferson. Franklin.
(Palpita a noite, repleta
de fantasmas, de presságios . . .)
E as idéias.


Doces invenções da Arcádia!
Delicada primavera:
pastoras, sonetos, liras,
— entre as ameaças austeras
de mais impostos e taxas
que uns protelam e outros negam.
Casamentos impossíveis.
Calúnias. Sátiras. Essa
paixão da mediocridade
que na sombra se exaspera.
E os versos de asas douradas,
que amor trazem e amor levam . . .
Anarda. Nise. Marília . . .
As verdades e as quimeras.
Outras leis, outras pessoas.
Novo mundo que começa.
Nova raça. Outro destino.
Planos de melhores eras.
E os inimigos atentos,
que, de olhos sinistros, velam.
E os aleives. E as denúncias.
E as idéias.


Romance XXIV ou da Bandeira da Inconfidência

Através de grossas portas,
sentem-se luzes acesas,
— e há indagações minuciosas
dentro das casas fronteiras:
olhos colados aos vidros,
mulheres e homens à espreita,
caras disformes de insônia,
vigiando as ações alheias.
Pelas gretas das janelas,
pelas frestas das esteiras, 
agudas setas atiram
a inveja e a maledicência.
Palavras conjeturadas 
oscilam no ar de surpresas, 
como peludas aranhas
na gosma das teias densas,
rápidas e envenenadas, 
engenhosas, sorrateiras.


Atrás de portas fechadas,
à luz de velas acesas,
brilham fardas e casacas,
junto com batinas pretas.
E há finas mãos pensativas,
entre galões, sedas, rendas,
e há grossas mãos vigorosas,
de unhas fortes, duras veias,
e há mãos de púlpito e altares,
de Evangelhos, cruzes, bênçãos.
Uns são reinóis, uns, mazombos;
e pensam de mil maneiras;
mas citam Vergílio e Horácio,
e refletem, e argumentam,
falam de minas e impostos,
de lavras e de fazendas,
de ministros e rainhas
e das colônias inglesas.


Atrás de portas fechadas,
à luz de velas acesas,
uns sugerem, uns recusam,
uns ouvem, uns aconselham.
Se a derrama for lançada,
há levante, com certeza.
Corre-se por essas ruas?
Corta-se alguma cabeça?
Do cimo de alguma escada,
profere-se alguma arenga?
Que bandeira se desdobra?
Com que figura ou legenda?
Coisas da Maçonaria,
do Paganismo ou da Igreja?
A Santíssima Trindade?
Um gênio a quebrar algemas?


Atrás de portas fechadas,
à luz de velas acesas,
entre sigilo e espionagem,
acontece a Inconfidência.
E diz o Vigário ao Poeta:
"Escreva-me aquela letra
do versinho de Vergílio..." 
E dá-lhe o papel e a pena.
E diz o Poeta ao Vigário, 
com dramática prudência:
"Tenha meus dedos cortados
antes que tal verso escrevam..."
LIBERDADE, AINDA QUE TARDE,
ouve-se em redor da mesa.
E a bandeira já está viva,
e sobe, na noite imensa.
E os seus tristes inventores
já são réus — pois se atreveram
a falar em Liberdade
(que ninguém sabe o que seja).


Através de grossas portas, 
sentem-se luzes acesas,
— e há indagações minuciosas
dentro das casas fronteiras.
"Que estão fazendo, tão tarde?
Que escrevem, conversam, pensam? 
Mostram livros proibidos?
Lêem notícias nas Gazetas?
Terão recebido cartas
de potências estrangeiras?"
(Antiguidades de Nimes 
em Vila Rica suspensas!
Cavalo de La Fayette
saltando vastas fronteiras!
Ó vitórias, festas, flores
das lutas da Independência!
Liberdade - essa palavra,
que o sonho humano alimenta:
que não há ninguém que explique,
e ninguém que não entenda!)
E a vizinhança não dorme:
murmura, imagina, inventa.
Não fica bandeira escrita,
mas fica escrita a sentença.

XXX

Portal da Inconfidência: site lançado pelo governo mineiro coloca na internet todos os detalhes do julgamento de Tiradentes. Além dos “Autos da Devassa”, o site disponibiliza teses, dissertações, livros, iconografia, tudo sobre o tema. Confira:

Portal da Inconfidência



O outro lado de Tiradentes: História Hoje

domingo, 12 de abril de 2015

"Chega!" (Gabriel, o Pensador)

Uma pequena e singela "homenagem" para os "nossos representantes" da APEOC.
CHEGA de marcar reunião para marcar reunião! CHEGA da falta de transparência!
Vamos fortalecer as bases regionais, para termos um sindicato forte e verdadeiramente representativo!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Documentário da National Geographic Channel: "Os Cavaleiros Templários" (Dublado)



"A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim "Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici"),[2] mais conhecida como Ordem dos Templários, Ordem do Templo (em francês "Ordre du Temple" ou "Les Templiers") ou Cavaleiros Templários (algumas vezes chamados de: Cavaleiros de Cristo, Cavaleiros do Templo, Pobres Cavaleiros, etc). Foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria.[3] A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.
Os seus membros fizeram voto de pobreza e castidade para se tornarem monges. Usavam seus característicos mantos brancos com a cruz vermelha de malta, e seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede (a mesquita Al-Aqsa no cume do monte onde existira o Templo de Salomão em Jerusalém) e do voto de pobreza e da fé em Cristo surgiu o nome "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão".
O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados em estacas.[4] Em 1312, o Papa Clemente dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que mantém o nome dos Templários vivo até os dias atuais." (Youtube)